O IMAB11 é um ETF listado na B3 que busca refletir o desempenho de títulos públicos federais indexados à inflação, por meio da replicação do índice IMA-B, calculado pela Anbima. O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a NTN-Bs.
Classificado como ETF de renda fixa, o IMAB11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir em uma carteira de títulos públicos indexados ao IPCA, buscando refletir o desempenho do índice de referência, que representa a curva de juros reais no Brasil.
A carteira é composta por NTN-Bs com diferentes datas de vencimento, distribuídas ao longo da curva de juros. A ponderação segue critérios definidos pelo índice, com base no valor de mercado dos títulos, e passa por rebalanceamentos periódicos para manter aderência à metodologia estabelecida.
Composição e perfil de exposição
O ETF IMAB11 oferece exposição a:
- Títulos públicos indexados à inflação (NTN-Bs)
- Diferentes prazos ao longo da curva de juros reais
- Risco soberano brasileiro
O IMAB11 busca refletir o desempenho do índice IMA-B, que representa uma carteira teórica de títulos públicos atrelados ao IPCA, amplamente utilizado como referência para renda fixa indexada à inflação.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os ganhos reinvestidos na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O IMAB11 foi lançado em 2019, com o objetivo de ampliar o acesso a títulos públicos indexados à inflação por meio da B3, utilizando uma estrutura baseada em índice de renda fixa.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa no Brasil, acompanhando o crescimento desse segmento e a demanda por instrumentos ligados à inflação.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido a dinâmica das taxas de juros reais no país, influenciado pela política monetária, expectativas de inflação e condições macroeconômicas domésticas.