O IB5M11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de títulos públicos indexados à inflação, por meio da replicação do índice IMA-B5+, que acompanha NTN-Bs com vencimento superior a 5 anos. O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a títulos públicos federais indexados ao IPCA.
Classificado como ETF de renda fixa, o IB5M11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar a composição e a ponderação do índice IMA-B5+, investindo majoritariamente em títulos do Tesouro IPCA+ de médio e longo prazo, buscando refletir o desempenho da curva de juros reais no Brasil.
A carteira é composta por títulos públicos federais atrelados à inflação, com diferentes prazos de vencimento, como NTN-Bs de longo prazo. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF IB5M11 oferece exposição a:
- Títulos públicos indexados à inflação (Tesouro IPCA+).
- Diferentes vencimentos de NTN-Bs de médio e longo prazo.
O IB5M11 busca refletir o desempenho do IMA-B5+, índice amplamente utilizado como referência para títulos públicos indexados à inflação no Brasil, representando a dinâmica dos juros reais de médio e longo prazo.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa total máxima de aproximadamente 0,25% ao ano, sem cobrança de taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os ganhos refletidos no valor da cota, com reinvestimento automático dos cupons dos títulos. O prazo de duração do fundo é indeterminado.
História e evolução do ETF
O IB5M11 foi lançado em 2019, com o objetivo de oferecer acesso simplificado a uma carteira diversificada de títulos públicos indexados à inflação por meio da bolsa brasileira.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa no Brasil, acompanhando a evolução do mercado e o aumento do interesse por instrumentos passivos atrelados à inflação.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações da curva de juros reais, sendo influenciado por fatores como inflação, política monetária e expectativas macroeconômicas.