O EBIT11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do EBIT – Índice Teva Bitcoin, benchmark desenvolvido pela Teva Indices para acompanhar o retorno do Bitcoin (BTC). O fundo é gerido pela Empiricus Asset Management e administrado pelo BTG Pactual Serviços Financeiros, oferecendo exposição ao principal criptoativo do mercado global por meio de um produto regulado e negociado em bolsa.
Classificado como ETF de criptoativos, o EBIT11 adota gestão passiva. Sua estratégia busca acompanhar o desempenho do Bitcoin sem exigir que o investidor compre o ativo diretamente em uma exchange ou administre carteiras digitais e chaves privadas.
O EBIT – Índice Teva Bitcoin possui um único componente, o Bitcoin, e busca medir seu retorno segundo a metodologia estabelecida pela Teva Indices. O benchmark é rebalanceado anualmente em abril.
Composição / Perfil de exposição
O EBIT11 oferece exposição principalmente a:
Bitcoin (BTC).
Mercado global de criptoativos.
Variações do preço internacional do Bitcoin.
Ecossistema relacionado à principal rede blockchain do mercado.
Exposição cambial decorrente da precificação internacional do ativo.
Diferentemente de ETFs que investem em uma cesta diversificada de criptoativos, o EBIT11 possui uma estratégia concentrada em Bitcoin. Dessa forma, seu desempenho está diretamente relacionado às oscilações do BTC e não conta com diversificação entre diferentes criptomoedas.
A B3 classifica o EBIT11 como um produto cuja cotação oscila com o câmbio. Portanto, além dos movimentos do próprio Bitcoin, variações cambiais podem afetar o retorno observado pelo investidor brasileiro.
Estrutura e custos
As cotas do EBIT11 são negociadas no mercado secundário da B3 durante o horário regular de negociação. A criação e o resgate seguem os procedimentos estabelecidos pela estrutura do fundo.
O EBIT11 possui taxa de administração de 0,39% ao ano e não cobra taxa de performance.
O fundo não realiza distribuição recorrente de rendimentos. Como o Bitcoin não gera dividendos ou juros, o desempenho do ETF decorre principalmente da valorização ou desvalorização de sua exposição ao criptoativo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O Empiricus Teva Bitcoin ETF (EBIT11) foi lançado em 2025 com o objetivo de oferecer aos investidores brasileiros uma forma regulada e negociada em bolsa de obter exposição ao Bitcoin.
O EBIT11 marcou a entrada da Empiricus Asset no segmento de ETFs exclusivamente dedicados ao Bitcoin, complementando sua atuação no mercado de criptoativos. O produto também foi estruturado com administração e custódia do BTG Pactual.
Desde seu lançamento, o desempenho do EBIT11 tem acompanhado principalmente as oscilações do Bitcoin no mercado global, sendo influenciado por fatores como liquidez internacional, política monetária, demanda institucional, fluxos para produtos de investimento em Bitcoin, ambiente regulatório e dinâmica de oferta e demanda do ativo.