O BOVX11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a performance do Índice Ibovespa, calculado pela própria B3, que reúne as ações mais negociadas e representativas do mercado acionário brasileiro.
O fundo é administrado pelo Banco BNP Paribas Brasil S.A. e gerido pela XP Allocation Asset Management Ltda, sendo negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a uma carteira diversificada de ações locais.
Classificado como ETF de ações, o BOVX11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em ações que compõem o Índice Ibovespa, buscando replicar sua composição e ponderação, de modo a refletir o desempenho do mercado acionário brasileiro.
A carteira é composta predominantemente por ações integrantes do índice, podendo incluir, de forma complementar, outros instrumentos financeiros permitidos para ajuste de exposição e gestão de liquidez. A ponderação segue critérios definidos pela metodologia do índice, com rebalanceamentos periódicos realizados pela B3.
Composição e perfil de exposição
O ETF BOVX11 oferece exposição a:
- Ações de empresas listadas na B3, como: Vale, Petrobras e Itaú Unibanco e muitas outras.
O BOVX11 busca refletir o desempenho do Índice Ibovespa, benchmark amplamente utilizado como referência para o mercado de ações no Brasil, composto por empresas com alta liquidez e representatividade.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados, mediante entrega de uma cesta de ativos que replica a composição do índice.
O fundo possui taxa de administração de até 0,15% ao ano e não cobra taxa de performance. Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O BOVX11 foi lançado em 2021, com o objetivo de oferecer uma alternativa de baixo custo para acesso ao Índice Ibovespa por meio da bolsa brasileira.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados ao mercado doméstico, acompanhando o desenvolvimento dos produtos indexados no Brasil.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário brasileiro, influenciado por fatores macroeconômicos, política monetária e desempenho das empresas que compõem o Índice Ibovespa.