FLXB é o ticker negociado em dólares na London Stock Exchange do Franklin FTSE Brazil UCITS ETF, ETF irlandês de ações administrado pela Franklin Templeton. O fundo busca acompanhar o FTSE Brazil 30/18 Capped Index, índice composto por empresas brasileiras de grande e média capitalização.
Trata-se de um ETF de ações com exposição concentrada no Brasil. A gestão é passiva e utiliza replicação física completa, com a carteira estruturada para acompanhar o desempenho do índice de referência.
O FTSE Brazil 30/18 Capped Index representa empresas brasileiras de grande e média capitalização. A metodologia utiliza ponderação baseada em valor de mercado ajustado pelo free float, com regras adicionais de limitação de peso.
A estrutura 30/18 busca reduzir a concentração da carteira. Pela metodologia, a maior empresa do índice pode ser limitada a 30% do peso total, enquanto os demais componentes podem ser limitados a 18%.
O índice passa por recomposição periódica, permitindo atualizar sua composição conforme mudanças no universo elegível, na liquidez dos ativos e na representatividade das empresas brasileiras dentro da metodologia da FTSE Russell.
Diversificação e exposição setorial
A carteira do FLXB reúne empresas brasileiras de diferentes segmentos da economia, incluindo:
- Financeiro.
- Energia.
- Materiais.
- Serviços públicos.
- Industriais.
- Consumo básico.
- Consumo discricionário.
- Comunicação.
- Outros setores.
A exposição geográfica está concentrada no Brasil, com empresas listadas e classificadas dentro do universo acionário brasileiro de grande e média capitalização.
Por acompanhar um índice de país único, o FLXB oferece diversificação entre empresas e setores brasileiros, mas mantém concentração geográfica em uma única economia emergente.
Estrutura e custos
O FLXB é negociado no mercado secundário da London Stock Exchange em dólares, permitindo a compra e a venda de cotas por meio de intermediários financeiros. A linha em libras esterlinas do mesmo ETF na London Stock Exchange utiliza o ticker FVUB.
A criação e o resgate das cotas ocorrem no mercado primário através de participantes autorizados, conforme a estrutura operacional típica dos ETFs UCITS.
O fundo possui taxa de despesas incorporada aos custos recorrentes e não apresenta taxa de performance identificada na documentação consultada.
A classe FLXB adota política de acumulação de rendimentos. Dessa forma, os dividendos recebidos das empresas da carteira são reinvestidos automaticamente no patrimônio do ETF, sem distribuição periódica aos cotistas.
História e evolução do ETF
O fundo foi lançado em junho de 2019, ampliando a oferta de ETFs UCITS voltados à exposição ao mercado acionário brasileiro.
Desde seu lançamento, o FLXB passou a oferecer acesso a empresas brasileiras de grande e média capitalização por meio de uma única estrutura negociada em bolsa.
Nos últimos anos, seu comportamento refletiu os movimentos do mercado acionário brasileiro, incluindo ciclos de commodities, variações cambiais, juros locais e internacionais, resultados corporativos e mudanças no apetite global por ativos de mercados emergentes.