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Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?
parabens pelo investimento, mas acho que voce tem uma posição muito grande em flls, pra mim o ideal em flls é em torno de 25%, e tambem enxugar a quantidade, tem muitos flls na carteira com posicoes baixas, minha dica é manter ate 10 flls no maximo, e priorizar tijolo sempre, eu por exemplo tenho apenas 6 flls, 4 tijolos e 2 papel. se quiser dar uma olhada na minha carteira, estou focando mais agora em acumulo de capital atraves de etfs internacionais.
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Obrigado Cristian. Vou olhar sim.
por qual corretora vc investe em ETF internacional?
Interactive Brokers a corretora para ETS internacionais.
Invisto pela nomad, antes comprava etf que réplica o etf internacional, assim como você, o ivvb11, mas atualmente preferi passar a aportar diretamente lá fora com o ivv através da nomad
Esse não é o link de compartilhamento, meu querido
Pra compartilhar clica no nome da tua carteira canto superior esquerdo, botão compartilhar e em editar privacidade.
Vai te mandar para a parte que voce consegue pegar o link correto.
Obrigado, não sabia, agora acho que copiei certo
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Parabéns! uma dica, e vi que muitas pessoas já lhe disseram, reduza o número de fundos imobiliários. Foque em FII de Tijolos que ficam em torno de 10% a 13% de DY. Uma dica que o HSLG11 e XPMLL11.
muito obrigado!
De forma pessoal, eu não teria FI-Infra e fundos de fundos. Indo pelo caminho que a maioria está te aconselhando, eu reduziria a quantidade de ativos nos fundos. Como estamos em tendência de queda da Selic, acho interessante você começar essa redução pelos fundos de papel que têm uma concentração significativa, pois esses fundos tendem a sofrer mais com a queda na taxa de juros. Não deve ser algo da noite para o dia, mas a tendência é que os fundos de tijolos comecem a ficar mais atrativos.
Pelo que vi, você começou nas ações mais recentemente. Aconselho que estude seus fundamentos e o histórico de preço, procure saber por que subiu tanto. Digo isso pois boa parte das suas compras em ações foi feita com os preços bem esticados, tanto que nem com essa alta da bolsa devido à euforia da eleição você conseguiu uma boa alta.
De resto, eu acho que o caminho é esse. Eu só começaria a olhar com mais carinho para a renda fixa como uma espécie de caixa de oportunidade, para ter um caixa a mais sempre que as oportunidades surgirem. Fora que a renda fixa também vai ajudar a compensar eventuais quedas.
Obrigado Eduardo !!
Bom dia
Cara tua carteira de FIIs tá muito pulverizada, 19 ativos e queda de 10% e justamente por ter grande concentração de FIIs na tua carteira (76%) que representa essa queda no teu patrimônio.
Eu faria:
- diminuiria a quantidade de FIIs, deixaria entre 8 ou 10;
- rebalancearia a tua carteira de Ações, aumentando o aporte em ações.
Bom dia !! Muito obrigado !
posso fazer um video no canal reagindo a sua carteira e dando opiniao oq acho legal (sem recomendacao)
Me passa o teu canal. Obrigado !
Boa noite, Felipe!
Primeiramente, parabéns pela sua carteira! Você já está a frente de muita gente.
Porém, as empresas mais pagam dividendos em ações são: o Itau Unibanco (mensal), a Caixa Seguradora, o Santander, o Banco Bradesco, a Vale, a Petrobrás e o BB Seguros. De FIIs, eu iria de GARE11, GGRC11, XPLG11, TRXF11, XPLG11, BTLG11 e KNRI11. Pelo que contei, você tem 10 ativos de empresas em ações, 17 FIIs e 4 Tesouros Diretos.
Quem faz a mágica acontecer não é a quantidade de ativos que você possui, mas os juros compostos que atuam em cima do seu patrimônio para multiplicá-lo. Portanto, reduza a quantidade de FIIs a, no máximo, 5 bons fundos (todos de segmentos distintos, com bom DY, sem grande alavancagem). E faça o mesmo com as ações.
Seu Tesouro Direto não precisa ter tantos titulos diferentes, pois ele é o investimento mais seguro do Brasil atualmente e rende muito se você deixar os títulos por muitos anos. Se seu Tesouro Direto for reserva de emergência, mantenha no Tesouro Selic.
Eu gosto do Tesouro Prefixado que pague pelo menos 12,5% ou IPCA + 6% de juros.
O que multiplica o seu patrimônio nas ações e nos FIIs é você investir os proventos que recebe na integralidade e ficar de olho na qualidade das empresas.
Bom dia !!! Seguirei as recomendações. Ja estou diminuindo so FII e realocando valores.
obrigado!
Em primeiro lugar, parabéns! Você está no caminho certo. Vou falar apenas pela minha experiência, claro que cada um tem sua estratégia. Mas, até atingir um patrimônio mais relevante, não gosto de 'pulverizar' demais em FIIs e ações. Acredito que de 8 a 10 ativos dá para levar a carteira até mais de R$ 500k. Quando digo 8 ativos, é no total (ex: 4 ações + 4 FIIs). Se você comprar ações do chamado segmento BEST, é só ir comprando aos poucos: um banco, uma elétrica, uma de saneamento e uma seguradora. Todo mês você compra a que estiver mais descontada. Está tudo caro? Coloca na Selic.
Em carteiras com muitos ativos, a rentabilidade tende a ser muito baixa. Às vezes você ganha 20%, mas como o valor alocado é baixinho, não altera quase nada o patrimônio final. Se cair, não tem problema, pois o foco é carregar por anos. No longo prazo, é muito difícil perder dinheiro em empresas sólidas. Boa sorte!"
Muito obrigado Marco!!! Comecei com pouquissimo dinheiro e fui comprando fII que era em torno R$ 10 a R$ 12,00 , era o que conseguia. Mas hoje graças a Deus, estou conseguindo muito mais.
Eu redesenharia a carteira com três objetivos: simplificação, liquidez e redução de risco, principalmente porque 75% está concentrado em FIIs/FI-Infra.
Uma estrutura mais equilibrada poderia ser: 20% ações brasileiras, 25% FIIs/FI-Infra, 25% ETFs internacionais, 20% renda fixa líquida e 10% entre BDRs e caixa de oportunidade. Na prática, eu reduziria ainda mais os BDRs individuais e priorizaria ETFs pela diversificação e liquidez.
Nos FIIs, reduziria de quase 20 fundos para 6 a 8 ativos de maior qualidade, eliminando ou reduzindo posições mais arriscadas e complexas, como DEVA11, VGHF11, RZAK11, MCHF11, CPTS11 e VGIR11. Também reduziria a concentração em BDIF11, evitando que um único fundo represente parcela excessiva do patrimônio.
Nas ações, faria o contrário: sairia das posições muito pequenas e concentraria em 6 a 8 empresas de boas teses, diversificadas por setores, como ITUB4, BBSE3, TAEE11, CPFE3, KLBN11, PSSA3, PRIO3/RECV3 e eventualmente WEG3.
No exterior, simplificaria a estrutura, priorizando ETFs amplos, reduzindo a sobreposição entre IVVB11, SPXB11, WRLD11 e BDRs individuais. Na renda fixa, aumentaria para cerca de 20%, utilizando Tesouro Selic, IPCA+ e instrumentos de boa liquidez para proteção e oportunidades.
A migração não precisa ocorrer de uma vez. Primeiro, interromperia aportes nos ativos que serão reduzidos ou eliminados; depois, venderia gradualmente as posições de maior risco e concentraria os novos aportes nas classes abaixo do objetivo. Assim, é possível rebalancear com menos custos e menor necessidade de vender bons ativos.
O resultado seria uma carteira menor, mais líquida, menos concentrada em FIIs, com maior exposição ao crescimento, mais proteção e muito mais fácil de acompanhar.
show.. muito obrigado pelas dicas.
A principal fragilidade dessa carteira está na estrutura e na distribuição entre as classes, e não necessariamente na qualidade dos ativos. Com 75% concentrados em FIIs/FI-Infra, existe uma dependência excessiva de renda imobiliária e crédito, enquanto ações representam apenas 2,33%, ETFs 6% e renda fixa 5%. Para uma carteira em fase de acumulação, isso reduz a diversificação e limita o potencial de crescimento patrimonial.
Outro problema é o excesso de ativos com posições muito pequenas. Ter ativos representando 0,01%, 0,02% ou 0,03% da carteira praticamente não impacta o patrimônio, mas aumenta a complexidade de acompanhamento. É uma diversificação excessiva que acaba pulverizando o capital em vez de fortalecer as melhores teses.
Também há pouca liquidez estratégica. Com 75% em FIIs, fica mais difícil levantar recursos rapidamente sem eventualmente vender em momentos desfavoráveis. Uma parcela maior em renda fixa líquida e ETFs proporcionaria proteção, flexibilidade e caixa para aproveitar oportunidades.
A exposição internacional também poderia ser mais eficiente. ETFs como IVVB11 e WRLD11 oferecem diversificação global com simplicidade e liquidez, enquanto BDRs individuais aumentam a pulverização e podem gerar sobreposição com os próprios ETFs.
Em resumo, o principal problema é alocação, não necessariamente seleção. A carteira parece ter sido construída durante a acumulação por meio de muitas compras pequenas, sem uma arquitetura clara de pesos. O caminho mais eficiente seria reduzir FIIs mais arriscados, eliminar posições irrelevantes, aumentar ações, exterior e renda fixa líquida e concentrar o patrimônio em menos ativos de maior qualidade. Diversificar não significa possuir muitos ativos, mas distribuir o patrimônio de forma que nenhum risco específico comprometa significativamente a carteira.
Obrigado pelos feeds. Quando comecei, não havia recurso suficientes para compras de melhores ativos. Fui comprando os mais baratos e que rendinha proventos para me ajudar a construir ela. Mas ao longo do tempo, estou conseguindo investir mais e comprar melhores ativos. Ja faz um bom tempo que não compro nada de FII, estou concentrando em ações e ETF.
Reduziria o número de FIIs pela metade e redistribuiria em fundos mais sólidos que você já possui ou nas ações.
Define um preço-teto para compra dos ativos e evita comprar em momentos de alta dos preços porque isso acaba com a rentabilidade da carteira.
Obrigado !!