Historicamente, a SYN era uma potência em propriedades comerciais (lajes corporativas e shoppings). No entanto, nos últimos anos, a gestão adotou uma estratégia agressiva de monetização e liquidação de ativos.
​Em meados de 2024, por exemplo, venderam uma participação gigantesca em seis shoppings para o fundo XP Malls por R$ 1,85 bilhão.
​O impacto prático: A empresa reduziu drasticamente de tamanho. Ao vender seus melhores ativos imobiliários, a receita recorrente de aluguéis encolheu substancialmente.

Muitos investidores olham o histórico da SYNE3 e veem Dividend Yields astronômicos ou distribuições massivas (como a redução de capital de R$ 2,16 por ação e dividendos subsequentes).

Esse dinheiro não é fruto de geração de lucro operacional sustentável. É a devolução do dinheiro dos ativos vendidos. A empresa está se "desidratando" e entregando o caixa de volta ao acionista porque não vê avenidas de crescimento para reinvestir o montante com eficiência. Dividendo bom é aquele que se repete; o da SYN é não-recorrente.