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Um salto de 71% nos pedidos de RJ (Recuperação Judicial) no primeiro semestre de 2024 acendeu o alerta sobre a crise enfrentada pelas empresas brasileiras. Segundo o 'Serasa Experian', foram registrados 713 pedidos naquele período, totalizando 1.104 no país, apenas no Rio Grande do Sul foram 228 pedidos em julho, volume recorde desde o início da série histórica, em 2005.
Ao Investidor10, a B3 informou que, no momento, 15 empresas listadas na bolsa encontram-se em processos de reestruturação financeira. Destas, 13 estão em recuperação judicial e duas em RE (Recuperação Extrajudicial). Ambas as modalidades visam proporcionar às empresas um mecanismo legal para renegociar suas dívidas e evitar a falência.
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💰 Além da pandemia de Covid-19, outros fatores também impulsionaram o endividamento das empresas no país, como é o caso do aumento do dólar (R$ 5,63) e a taxa Selic (10,50%). De acordo com o último levantamento realizado pelo site "MoneYou", o Brasil está na segunda posição do ranking de países com as maiores taxas reais do mundo, ficando atrás apenas da Rússia (8,91%).
"As elevadas taxas de juros no nosso país fizeram com que as dívidas que foram contraídas no passado quando majoradas por esse indicador sejam muito elevadas, claro que não podemos deixar só esse tema como vilão, temos ainda a falta de planejamento e sim, ainda temos o impacto da pandemia para algumas empresas", explicou Marcello Marin, mestre em Governança Corporativa e especialista em recuperação judicial.
A gestão inadequada de uma empresa, segundo Marcella Cavallo, advogada especializada em contencioso do Zilveti Advogados, pode ser outro fator determinante para a necessidade de se recorrer à recuperação judicial. Erros na tomada de decisão e na condução dos negócios podem gerar dívidas e comprometer a saúde financeira da companhia.
💬 "É possível observar elementos diferentes com relação às falhas de gestão dependendo do porte da empresa. Em companhias menores, é comum observamos como fator contribuinte para a crise a falta de planejamento financeiro, decisões estratégicas precipitadas ou equivocadas, má administração de fluxo de caixa e tomada irresponsável de crédito. Já em empresas maiores, surgem problemas de governança, como, por exemplo, o caso das Lojas Americanas", pontuou.
O especialista Marin complementa que normalmente a gestão falha em tomar decisões drásticas, o que pode impactar a economia.
"A gestão normalmente falha na demora em tomar atitudes drásticas, de redução e de diminuição de seu tamanho. Além diso, muitos credores contavam em receber o seu valor, e terão que se adaptar ao plano para pensar em seus negócios, isso também traz insegurança para o mercado investidor pois a incerteza é o pior do mundo para um investimento estrangeiro".
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Já para Daniel Báril, coordenador da área de Insolvência e Reestruturação do Silveiro Advogados, é comum que empresas tenham dificuldades financeiras. "É preciso destacar que é normal, em qualquer negócio ou qualquer economia, mesmo que saudável ou próspera, que haja um número de empresas em crise. Isso porque, assim como as pessoas têm o seu ciclo da vida, as empresas também têm. Negócios morrendo ou em dificuldade fazem parte do ciclo econômico", avaliou.
💡 Por outro lado, pensando na diminuição desses casos, uma redução no ritmo de corte na taxa de juros poderia ajudar a diminuir o volume de companhias em RJ no Brasil, é o que pontuou o especialista da Silveiro Advogados. "
Para que diminuísse então a incidência de recuperações judiciais, precisaríamos contar com elementos mais positivos na economia nacional. Uma taxa de juros não tão alta poderia ocasionar uma maior adimplência dos passivos e, com isso, resultar na redução do número de pedidos de recuperação judicial".
Recuperação Judicial
Recuperação Extrajudicial
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