2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
O BC (Banco Central) acredita que a inflação oficial brasileira voltará à meta de 3% ao ano só no primeiro trimestre de 2028.
🏦 O retorno da inflação e das expectativas de inflação da meta é considerado essencial pela autoridade monetária para o afrouxamento da política monetária. Ou seja, para a redução da taxa Selic, que está em 15% ao ano desde junho de 2025.
"O compromisso do BC é com a meta contínua de inflação de 3,00%, e suas decisões são pautadas para que este objetivo seja atingido ao longo do horizonte relevante de política monetária", reforçou o BC, em nota divulgada nesta quinta-feira (15), no Relatório de Política Monetária.
Apesar do alerta, o BC reduziu consideravelmente as chances de descumprimento da meta de inflação neste ano.
💲 Isso porque a meta de inflação é de 3%, mas admite um intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5%. E a inflação desacelerou nos últimos meses. Tanto que ficou abaixo dos 4,5% em novembro, pela primeira vez desde setembro de 2024.
Diante deste cenário, a expectativa da autoridade monetária é de que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) feche 2025 em 4,35%, desacelere para 3,5% em 2026 e para 3,2% no segundo trimestre de 2027, chegando a 3% só em 2028.
Com isso, as chances de descumprimento da meta de inflação caíram de 71% para 26% em 2025 e de 26% para 23% no novo Relatório de Política Monetária do BC.
Para o BC, a inflação cedeu devido à moderação dos preços da alimentação no domicílio, além de uma melhora em bens industriais e serviços.
As expectativas de inflação também melhoraram, favorecidas por esse cenário e por menores preços de combustíveis, o que está associado ao enfraquecimento do dólar e do petróleo.
O BC ressaltou, no entanto, que a inflação e as expectativas de inflação seguem acima do centro da meta, de 3%.
Além disso, o BC elevou as estimativas de crescimento da economia brasileira em 2025 e 2025.
📈 A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) deste ano subiu de 2,0% para 2,3%. E a do próximo ano passou de 1,5% para 1,6%.
Apesar da melhora, as projeções mostram que a economia brasileira vai crescer menos que nos últimos anos. Em 2024, por exemplo, o PIB avançou 3,2%.
A desaceleração é esperada por causa dos juros altos, dentre outras coisas. Contudo, na avaliação do BC, faz parte do processo de controle da inflação. O BC ainda ressaltou que o mercado de trabalho ainda mostra resiliência, o que é um fator de risco para a inflação.
O Relatório de Política Monetária do BC reforça o recado do Copom (Comitê de Política Monetária) de que a taxa Selic deve continuar em um patamar elevado por mais algum tempo.
"A estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta", afirma, lembrando que o Copom segue "vigilante".
Diante disso, o mercado está dividido sobre quando terá início o ciclo de cortes da Selic. A expectativa é de que os juros comecem a cair em 2026, mas a aposta de que o ajuste pode ter início já em janeiro vem perdendo força, com cada vez mais analistas vendo espaço para o corte de juros apenas em março de 2026.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Saiba quais classes de investimentos são destaques positivos no mês e quais deram dor de cabeça aos investidores
Einar Rivero, CEO da Elos Ayla, revela a rentabilidade dos principais investimentos em novembro e nos últimos 12 meses.
Títulos de renda fixa isentos financiam tanto o agronegócio quanto o mercado imobiliário.
Títulos de renda fixa isentos que financiam o agronegócio e o mercado imobiliário são favoritos dos analistas.
Taxas oferecidas pelos investimentos do Banco Master disparam após sua venda ao BBR ser negada pelo Banco Central.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa
Fundo Verde, liderado por Luis Stuhlberger, já acumula valorização superior a 26.000% desde 1997 e revela estratégia de investimentos em meio à guerra comercial
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?