O USDB11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação do dólar norte-americano frente ao real, por meio da replicação de um índice cambial atrelado à moeda dos Estados Unidos. O fundo é gerido por instituição especializada e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto à exposição cambial. Classificado como ETF cambial, o USDB11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em contratos futuros de dólar e outros instrumentos financeiros atrelados à moeda norte-americana, buscando refletir o desempenho da taxa de câmbio no mercado local.
A carteira é composta por derivativos e ativos de renda fixa utilizados para lastrear as operações, com exposição ao dólar. A ponderação segue critérios definidos pela metodologia do índice de referência, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua proposta.
Composição / Perfil de exposição
O USDB11 oferece exposição a:
Contratos futuros de dólar negociados no Brasil.
Instrumentos financeiros atrelados à variação cambial.
Mercado de câmbio brasileiro.
O ETF busca refletir o desempenho da taxa de câmbio USD/BRL, benchmark utilizado como referência para a variação da moeda norte-americana frente ao real.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados à rolagem de contratos futuros e demais instrumentos utilizados na estratégia. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O USDB11 foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso à exposição ao dólar por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura baseada em derivativos cambiais. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à diversificação cambial, acompanhando o desenvolvimento do mercado local.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações da taxa de câmbio, influenciado por fatores macroeconômicos, política monetária, fluxo de capital estrangeiro e dinâmica dos mercados globais.