O SMAC11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação do índice SMLL (Small Caps B3). O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao segmento de ações de menor capitalização no Brasil. Classificado como ETF de ações, o SMAC11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em ativos que compõem o índice de referência, buscando replicar o desempenho das empresas classificadas como small caps. A carteira é composta por ações de companhias listadas na B3, com exposição ao mercado acionário doméstico. A ponderação segue critérios definidos pelo índice SMLL, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF SMAC11 oferece exposição a:
- Ações de empresas de menor capitalização (small caps).
- Diversos setores da economia brasileira.
O SMAC11 busca refletir o desempenho do segmento de small caps no Brasil, representando empresas com menor valor de mercado, mas com potencial de crescimento e maior sensibilidade às condições econômicas locais.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, dentro de um custo total máximo de aproximadamente 0,50% ao ano, além de despesas operacionais relacionadas à gestão e estrutura do produto.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos automaticamente na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O SMAC11 foi lançado em 2020, com o objetivo de facilitar o acesso ao universo de small caps por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura de replicação de índice.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados ao mercado doméstico, acompanhando o desenvolvimento do segmento de empresas de menor capitalização. Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações desse grupo de ações, influenciado por fatores macroeconômicos, ciclos de crescimento e dinâmica do mercado acionário brasileiro.