O PIBB11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do mercado acionário brasileiro, por meio da replicação de um índice local composto por empresas de maior liquidez. O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso direto a uma carteira diversificada de ações.
Classificado como ETF de ações, o PIBB11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em acompanhar o índice IBrX-50, que representa as 50 ações mais negociadas da B3, buscando refletir o desempenho desse conjunto de empresas no mercado doméstico.
A carteira é composta por ações de empresas brasileiras de grande capitalização e alta liquidez. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF PIBB11 oferece exposição a:
- Ações de empresas brasileiras de grande porte, como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Itaú (ITUB4), Ambev (ABEV3) e WEG (WEGE3).
O PIBB11 busca refletir o desempenho do IBrX-50, índice que inclui companhias relevantes de setores como financeiro, energia, utilidade pública e materiais básicos, que juntos representam a maior parte da composição do mercado acionário brasileiro.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração reduzida, com custo total máximo de aproximadamente 0,06% ao ano.
Não há taxa de performance. Os rendimentos provenientes de dividendos e juros sobre capital próprio são reinvestidos no fundo, refletindo no valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O PIBB11 foi lançado em 2004, sendo um dos primeiros ETFs do mercado brasileiro, com o objetivo de facilitar o acesso a uma carteira diversificada de ações por meio da bolsa.
Ao longo do tempo, consolidou-se como um dos principais ETFs de renda variável no Brasil, acompanhando a evolução do mercado acionário local.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado brasileiro, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, política monetária, cenário fiscal e desempenho das empresas listadas na B3.