O FIND11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do setor financeiro do mercado acionário brasileiro, por meio da replicação do índice IFNC (Índice Financeiro da B3).
O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a empresas do segmento financeiro. Classificado como ETF de ações, o FIND11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir em uma carteira de ações que compõem o índice IFNC, que reúne empresas de maior representatividade e liquidez dos setores de intermediação financeira, serviços financeiros, previdência e seguros.
A carteira é composta exclusivamente por ações do setor financeiro, com ponderação baseada na metodologia do índice, considerando critérios como liquidez e representatividade. O rebalanceamento ocorre periodicamente para manter a aderência ao IFNC.
Composição e perfil de exposição
O ETF FIND11 oferece exposição a:
- Bancos e instituições financeiras, como: Itaú Unibanco (ITUB4), Banco Bradesco (BBDC4), Banco do Brasil (BBAS3), BTG Pactual (BPAC11), Santander Brasil (SANB11).
- Empresas de seguros e previdência, como: BB Seguridade (BBSE3), B3 (B3SA3), Porto Seguro (PSSA3).
- Fintechs, como: Cielo (CIEL3), IRB Brasil RE (IRBR3).
O FIND11 busca refletir o desempenho do índice IFNC, que representa o comportamento médio das ações do setor financeiro listadas na B3.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O FIND11 foi lançado em abril de 2011, com o objetivo de oferecer exposição ao setor financeiro brasileiro por meio da bolsa, utilizando uma estrutura de replicação passiva do índice IFNC.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs setoriais no Brasil, acompanhando o desenvolvimento do mercado e a relevância do setor financeiro na economia.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações das ações de instituições financeiras, influenciado por fatores como taxa de juros, crédito, atividade econômica e resultados corporativos do setor.