A queda nas ações do Banco do Brasil ensinou muitos investidores a diversificar o patrimônio.

Muitas pessoas tinham 25, 40, 60% ou mais em um único ativo, que prometia ser infalível. Quem nunca ouviu: "O Banco do Brasil tem mais de 200 anos. Pra ele quebrar, o Brasil já tem que ter ido primeiro" e outras coisas?

Pois ele representava 40% da minha carteira, o que causou uma queda brusca de patrimônio e de rentabilidade com a sua queda.

Mas, ao longo dos meses, vim investindo em outros ativos: BR Partners, CSN Mineração e, agora, mais recentemente, a Schulz. As duas primeiras escolhas já renderam bons frutos de valorização, o que me fez recuperar grande parte do prejuízo com Banco do Brasil e recuperou a rentabilidade da carteira, além de serem boas pagadoras de dividendos.

Agora, a Schulz já é para o longo prazo. Talvez eu também inclua Irani ou Klabin na carteira, também pensando para o longo prazo. Se a Unifique cair, talvez eu também entre nela de novo.

Mas as duas lições mais importantes são:

1. Diversificar
2. Esquecer dividendos e investir em empresas que têm projetos de longo prazo.