O SPYI11 é um ETF listado na B3 que busca oferecer exposição ao mercado de ações dos Estados Unidos com foco em geração de renda, por meio de uma estratégia baseada no índice NEOSSPYI. O fundo é gerido pela Buena Vista Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a uma carteira dolarizada.
Classificado como ETF de estratégia, o SPYI11 não replica um índice tradicional de forma passiva. A estratégia consiste em investir em uma carteira de ações equivalente às empresas do S&P 500, combinada com operações estruturadas com opções de compra, com o objetivo de gerar renda recorrente e acompanhar o comportamento do mercado.
A carteira é composta por ativos financeiros atrelados ao mercado acionário norte-americano, com exposição às principais empresas globais e utilização de derivativos.
Composição e perfil de exposição
O ETF SPYI11 oferece exposição a:
- Empresas do S&P 500 por meio de instrumentos financeiros, como: Microsoft (MSFT), Apple (AAPL), Amazon (AMZN), Nvidia (NVDA), Alphabet (GOOGL), Meta Platforms (META), Tesla (TSLA).
- Estratégias com opções sobre ações norte-americanas
- Mercado internacional com exposição cambial ao dólar
O SPYI11 busca refletir o desempenho de uma carteira baseada no S&P 500 combinada a uma estratégia com opções, conforme metodologia do índice de referência.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
O diferencial deste ETF é que há distribuição de dividendos mensais, buscando render cerca de 1% ao mês em dólares. O fundo utiliza uma estratégia de derivativos (call spread) para gerar renda passiva, proteger contra quedas e diversificar a carteira com exposição ao dólar.
História e evolução do ETF
O SPYI11 foi lançado em novembro de 2023, com o objetivo de oferecer uma alternativa de renda atrelada ao mercado acionário internacional por meio da B3.
Desde o lançamento, passou a integrar a oferta de ETFs com estratégia de geração de renda no Brasil, acompanhando a evolução do mercado de produtos estruturados.
Nos períodos recentes, seu comportamento tem refletido tanto as oscilações do mercado norte-americano quanto os efeitos da estratégia com opções utilizada na gestão, evidenciando a interação entre valorização de ativos e geração de renda.