O TECX11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas do setor de tecnologia no mercado internacional, por meio da replicação de um índice global composto por companhias desse segmento. O fundo é gerido pela Bradesco Asset Management S.A. DTVM e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao setor tecnológico global.
Classificado como ETF de ações internacionais, o TECX11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um fundo de índice no exterior, que replica um índice composto por empresas de tecnologia, buscando acompanhar o desempenho desse setor no mercado global.
A carteira é composta por ações de empresas internacionais ligadas à tecnologia, incluindo segmentos como software, hardware, semicondutores e serviços digitais. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF TECX11 oferece exposição a:
- Empresas globais do setor de tecnologia.
- Fundo de índice estrangeiro atrelado ao segmento tecnológico.
- Mercado internacional de tecnologia e inovação.
O TECX11 busca refletir o desempenho de um índice global de tecnologia, utilizado como referência para acompanhar a evolução de empresas que atuam em inovação, digitalização e desenvolvimento tecnológico.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados ao fundo de índice no exterior.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O TECX11 foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso ao setor de tecnologia global por meio da bolsa brasileira, utilizando estrutura que investe em ETF internacional.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à exposição a ativos internacionais, acompanhando o crescimento do interesse por empresas de tecnologia e inovação.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor tecnológico global, influenciado por fatores como ciclos de juros, avanços tecnológicos, resultados corporativos e mudanças no cenário macroeconômico internacional.