O TECK11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de um índice internacional de ações do setor de tecnologia, por meio da replicação do NYSE FANG+™.
O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a empresas globais de tecnologia. Classificado como ETF de ações internacionais, o TECK11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em replicar a carteira do índice NYSE FANG+™, que reúne um grupo concentrado de grandes empresas de tecnologia e inovação listadas nos Estados Unidos, buscando refletir seu desempenho no mercado global, incluindo a variação cambial.
A carteira é composta por ações internacionais de alta capitalização, com exposição a empresas do setor de tecnologia, comunicação e consumo cíclico.
A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF TECK11 oferece exposição a:
- Empresas globais de tecnologia e inovação: Apple (AAPL), Amazon (AMZN), Alphabet (GOOGL), Meta Platforms (META).
- Ações listadas no mercado norte-americano
- Variação cambial (dólar)
O TECK11 busca refletir o desempenho do índice NYSE FANG+™, composto por aproximadamente 10 empresas de tecnologia de grande capitalização, amplamente utilizadas como referência para o setor.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os resultados refletidos no valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O TECK11 foi lançado em abril de 2021, com o objetivo de oferecer acesso ao mercado internacional de tecnologia por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que replica um índice global concentrado em empresas de crescimento.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais disponíveis no Brasil, acompanhando a evolução do interesse por ativos globais.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor de tecnologia, influenciado por fatores macroeconômicos, resultados corporativos e dinâmica dos mercados internacionais.