O SPXR11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do mercado acionário americano por meio da replicação de um índice atrelado ao S&P 500, utilizando contratos futuros com estrutura quanto em reais.
O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto às ações dos Estados Unidos sem exposição cambial direta.
Classificado como ETF internacional de ações, o SPXR11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir em contratos futuros do S&P 500 com proteção cambial implícita, buscando refletir o desempenho do índice considerando o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos.
A carteira é composta por derivativos financeiros vinculados ao S&P 500, com exposição ao desempenho das principais empresas americanas. A ponderação segue critérios do índice subjacente, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF SPXR11 oferece exposição a:
Ações de grande capitalização dos Estados Unidos sem exposição direta ao dólar
Contratos futuros do S&P 500
O SPXR11 busca refletir o desempenho do S&P 500, índice que reúne empresas de grande porte do mercado americano, com composição diversificada entre setores como tecnologia, financeiro, saúde e consumo.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os ganhos refletidos no valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O SPXR11 foi lançado em dezembro de 2024, com o objetivo de oferecer acesso ao S&P 500 por meio de uma estrutura com proteção cambial, ampliando as alternativas de exposição internacional no mercado brasileiro.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs que utilizam derivativos para replicação de índices globais, acompanhando a evolução das soluções de investimento na B3.
Nos últimos períodos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário americano, considerando também o impacto da estrutura quanto e das condições macroeconômicas entre Brasil e Estados Unidos.