O NSDV11 é um ETF listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas brasileiras com histórico consistente de pagamento de dividendos, por meio da replicação do índice Ibovespa Smart Dividendos.
O fundo é gerido pela Nu Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a ações com foco em geração de proventos.
Classificado como ETF de ações, o NSDV11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir em uma carteira de ações que compõem o índice de referência, selecionadas com base em critérios de consistência de dividendos, lucratividade e estabilidade financeira ao longo do tempo.
A carteira é composta por ações de empresas integrantes do Ibovespa que atendem aos critérios do índice, com ponderação definida pela metodologia proprietária e rebalanceamentos periódicos para manter aderência à estratégia.
Composição e perfil de exposição
O ETF NSDV11 oferece exposição a:
- Empresas brasileiras com histórico consistente de dividendos, como: CPFL Energia (CPFE3), Cemig (CMIG4), Taesa (TAEE11). Itaúsa (ITSA4), BB Seguridade (BBSE3), Banco do Brasil (BBAS3). Petrobras (PETR4), Cyrela (CYRE3), Vulcabras (VULC3), Lavvi (LAVV3).
O NSDV11 busca refletir o desempenho do índice Ibovespa Smart Dividendos, que seleciona empresas do Ibovespa com histórico consistente de distribuição de proventos e fundamentos sólidos.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os dividendos reinvestidos automaticamente na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O NSDV11 teve início em setembro de 2023, com o objetivo de oferecer exposição a empresas pagadoras de dividendos por meio da B3, utilizando uma metodologia baseada em critérios fundamentalistas e histórico de proventos.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à estratégia de dividendos no Brasil, acompanhando o interesse por geração de renda e qualidade das empresas.
Nos últimos períodos, seu comportamento tem refletido a dinâmica das ações brasileiras com perfil de dividendos, influenciado por fatores macroeconômicos, resultados corporativos e condições do mercado doméstico.