O IDKA11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de títulos públicos prefixados no Brasil, por meio da replicação do índice IRF-M P3, calculado pela ANBIMA.
O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso ao mercado de renda fixa soberana.
Classificado como ETF de renda fixa, o IDKA11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir em uma carteira de títulos públicos federais prefixados com prazo médio próximo de três anos, buscando acompanhar o comportamento do índice de referência antes de taxas e despesas.
A carteira é composta por títulos como LTN (Letras do Tesouro Nacional) e NTN-F (Notas do Tesouro Nacional série F), com diferentes vencimentos ao longo da curva de juros.
A ponderação segue critérios definidos pelo índice IRF-M P3, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF IDKA11 oferece exposição a:
- Títulos públicos prefixados do Tesouro Nacional
- Diferentes vértices da curva de juros com duration intermediária
- Estratégias ligadas à taxa de juros doméstica
O IDKA11 busca refletir o desempenho do IRF-M P3, índice que representa o retorno de uma carteira teórica de títulos públicos prefixados com prazo médio de aproximadamente três anos.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os cupons reinvestidos automaticamente na carteira. A tributação segue a lógica de renda fixa. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O IDKA11 teve início em outubro de 2024, com o objetivo de oferecer acesso à renda fixa prefixada por meio da B3, com maior liquidez e transparência em relação a fundos tradicionais.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa no Brasil, ampliando as alternativas de exposição à curva de juros doméstica.
Nos períodos recentes, seu comportamento tem refletido as oscilações das taxas de juros no Brasil, influenciado por expectativas de inflação, política monetária e condições macroeconômicas.