O HIGH11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação do desempenho de uma carteira de ações com maior sensibilidade às oscilações do mercado, por meio da replicação do índice Ibovespa Smart High Beta B3. O fundo é gerido pela Nu Asset Management Ltda e administrado pelo Banco BNP Paribas Brasil S.A., sendo negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a uma estratégia de maior beta dentro do mercado acionário local.
Classificado como ETF de renda variável, o HIGH11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em acompanhar o índice Ibovespa Smart High Beta B3, que seleciona ações com maior volatilidade em relação ao Ibovespa, buscando potencializar os movimentos de alta e baixa do mercado.
A carteira é composta por ações negociadas na B3 que apresentam maior beta em relação ao índice tradicional, com exposição concentrada em papéis mais sensíveis às oscilações do mercado. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF HIGH11 oferece exposição a:
- Ações brasileiras com alto beta, a carteira é rebalanceada periodicamente pela B3. A composição com maior peso inclui ações voláteis.
O HIGH11 busca refletir o desempenho do mercado acionário brasileiro sob uma ótica de maior volatilidade, utilizando como benchmark o Ibovespa Smart High Beta B3, índice desenvolvido pela B3 com foco em ativos de maior sensibilidade aos movimentos do mercado.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de 0,50% ao ano, além de custos operacionais associados à replicação do índice.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O HIGH11 foi lançado em 2024, com o objetivo de oferecer exposição ao mercado acionário brasileiro por meio de uma estratégia baseada em fator de risco (high beta), ampliando a sensibilidade aos ciclos de mercado.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs fatoriais no Brasil, acompanhando o desenvolvimento de estratégias quantitativas no mercado local. Seu comportamento tende a refletir as oscilações do Ibovespa com maior intensidade, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, fluxo de capital e dinâmica dos setores mais voláteis da economia.