O ECOO11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de ações brasileiras com foco em eficiência de emissões de carbono, por meio da replicação do Índice Carbono Eficiente (ICO2). O fundo é gerido pela BlackRock e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a uma carteira de empresas alinhadas a critérios ambientais.
Classificado como ETF de ações, o ECOO11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o Índice Carbono Eficiente (ICO2), que pondera empresas brasileiras listadas de acordo com sua eficiência na emissão de gases de efeito estufa, mantendo exposição ao mercado acionário local com um viés de sustentabilidade.
A carteira é composta por ações de empresas brasileiras, com exposição diversificada a diferentes setores da economia. A ponderação segue critérios definidos pelo índice, que favorece companhias com menor intensidade de carbono, com ajustes periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF ECOO11 oferece exposição a:
- Ações de empresas brasileiras listadas na bolsa
- Índice Carbono Eficiente (ICO2)
- Mercado acionário brasileiro com foco em eficiência de emissões
O ECOO11 busca refletir o desempenho do Índice ICO2, que seleciona e pondera empresas com base em critérios de eficiência na emissão de carbono, mantendo representatividade do mercado acionário brasileiro.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos operacionais associados à gestão da carteira.
Não há taxa de performance. O fundo pode refletir a política do índice quanto à distribuição de proventos, sendo estes reinvestidos na carteira para acompanhar o retorno total do índice. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O ECOO11 foi lançado em 2012, com o objetivo de oferecer exposição ao mercado acionário brasileiro incorporando critérios de sustentabilidade relacionados à eficiência de carbono.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs com foco em fatores ambientais, acompanhando o desenvolvimento de estratégias de investimento responsáveis no mercado local.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido tanto as oscilações do mercado acionário brasileiro quanto a dinâmica de empresas com diferentes níveis de eficiência em emissões, influenciado por fatores macroeconômicos e pela evolução das práticas ESG.