O CMDB11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas do setor de commodities, por meio da replicação de um índice que reúne companhias brasileiras ligadas à produção e comercialização de recursos naturais.
O fundo é gerido pelo BTG Pactual Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao segmento de commodities no Brasil.
Classificado como ETF de ações, o CMDB11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar a composição e a ponderação de um índice de empresas do setor de commodities, investindo majoritariamente em ações de companhias listadas na B3 com atuação relevante em segmentos como mineração, petróleo, papel e celulose e agronegócio.
A carteira é composta por ações de empresas brasileiras ligadas ao ciclo de commodities, com exposição à dinâmica dos mercados globais desses produtos. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com ajustes periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF CMDB11 oferece exposição a:
- Empresas brasileiras dos setores de commodities como mineração, energia, papel e celulose e agronegócio
O CMDB11 busca refletir o desempenho de um índice de ações de commodities no Brasil, representando empresas diretamente impactadas por preços internacionais de matérias-primas e pela dinâmica econômica global.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, podendo incluir custos operacionais associados à estrutura do ETF. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O CMDB11 foi lançado em 2021, com o objetivo de facilitar o acesso a empresas brasileiras do setor de commodities por meio da bolsa, reunindo em um único instrumento diferentes companhias expostas ao ciclo de matérias-primas.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos no mercado brasileiro, acompanhando o interesse por ativos ligados ao ciclo global de commodities.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações dos preços internacionais de commodities, sendo influenciado por fatores como demanda global, ciclos econômicos, política monetária internacional e dinâmica de oferta desses produtos.