Prio (PRIO3) bate recorde produtivo de petróleo em março de 2026
Petroleira júnior, que compra campos maduros de exploração da Petrobras, está vendendo mais.
Na manhã desta segunda-feira (18), a Prio (PRIO3) informou ao mercado que teve um de seus campos interditados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O órgão autuou a plataforma flutuante Peregrino, que é operada pela Equinor, localizada na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.
O fato relevante destaca que foram apontados “pontos de melhoria”, com destaque para “documentação de gestão e análise de risco e adequações de sistema de dilúvio”. A companhia diz que deve demorar até seis semanas para cumprir as exigências da ANP.
A plataforma em questão serve para produzir, armazenar e transferir o petróleo extraído do mar. “Estamos contribuindo com todos os recursos possíveis para a resolução da matéria”, afirmou a empresa.
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Depois da divulgação do documento, a reação dos investidores foi quase que imediata, com as ações despencando no pregão. Por volta das 11h, os papeis caiam mais de 6,5%, ensaiando uma chegada aos R$ 36.
Com isso, a empresa pressiona ainda mais o movimento de desvalorização que seus papeis passam há quase um mês. No intervalo dos últimos 30 dias, o recuo das ações é de 16%, segundo dados da B3.
Atualmente, o valor de mercado da Prio é de R$ 32,5 bilhões, um dos mais altos da bolsa de valores. Segundo o monitor Companies Market Cap, a petrolífera é a 35ª empresa mais valiosa do país.
Os analistas do Itaú BBA fizeram um cálculo dos prejuízos da companhia com a interdição e disseram que a perda pode chegar a US$ 262 milhões. Esse valor se refere ao período máximo dado pela companhia para colocar tudo em ordem.
Eles entendem que a pausa vai pressionar a geração de caixa da petroleira, impactando nos números do terceiro trimestre da companhia. No entanto, ponderam que tanto a Prio quanto a Equinor fizeram esforços rápidos para diminuir os impactos da paralisação e retomar a operação da plataforma.
Já a XP acredita em um impacto de US$ 30 milhões, o que representa 0,5% do market cap da companhia, para cada semana de pausa. O campo tem uma reserva superior a 200 milhões de barris de petróleo, com capacidade de produção de 100 mil barris por dia.
“Do ponto de vista prático, a situação não muda em nada nossa visão sobre o ativo. É principalmente uma questão da documentação de segurança da unidade, que será resolvida”, disse Roberto Monteiro, CEO da PRIO, em entrevista ao Brazil Journal.
Petroleira júnior, que compra campos maduros de exploração da Petrobras, está vendendo mais.
Segundo fato relevante da companhia, o cronograma de abertura dos demais poços segue conforme previsto.
A empresa concluiu a abertura do primeiro poço produtor de Wahoo e já planeja outros três.
O anúncio foi feito na última segunda-feira (16) por meio de fato relevante.
Apesar da queda na produção, as vendas de óleo totalizaram 4.286.374 barris.
Corretora de valores comenta oportunidades para a petroleira júnior com a licença final em Wahoo.
Subtítulo: Petróleo sobe até 14% no mercado global e ações do setor disparam no primeiro pregão após ataques.
O banco destacou o possível risco logístico no petróleo após ataques ao Irã e estima alta de 5% a 8% no Brent com tensão no Estreito de Ormuz.
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