Nelson Tanure deixa conselho da Light (LIGT3)
Seu nome reapareceu recentemente nas notícias relacionadas ao caso Banco Master.
Após adiamentos, credores da Light (LIGT3) aprovam plano de recuperação judicial em assembleia extraordinária. A decisão, tomada na tarde desta quarta-feira (29), abre caminho para a reestruturação financeira do Grupo Light (Light SA), controlador da distribuidora Light Sesa e da geradora Light Energia.
⚡ O plano, que busca reequilibrar as contas da empresa e garantir sua sustentabilidade no longo prazo, foi aprovado por ampla maioria dos credores presentes na assembleia.
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O Grupo Light deu entrada em um processo de recuperação judicial em maio de 2023. A decisão foi tomada pela Justiça após a empresa alegar não ter geração de caixa suficiente para garantir sua sustentabilidade financeira.
💡 Um dos pontos principais do plano é a capitalização da empresa no valor de R$ 3,2 bilhões. Desse total, R$ 1 bilhão será aportado pelos acionistas de referência da companhia – Nelson Tanure, Ronaldo Cézar Coelho e Beto Sicupira, que detêm 65% dos papéis do grupo.
Os R$ 2,2 bilhões restantes virão da conversão de dívidas em novas ações, a serem negociadas com os credores. Além da capitalização, o plano também prevê o pagamento integral de credores com valores a receber de até R$ 30 mil. Essa medida visa garantir a proteção dos pequenos credores e facilitar a renegociação das dívidas de maior valor.
Seu nome reapareceu recentemente nas notícias relacionadas ao caso Banco Master.
O Ebitda da empresa chegou a R$ 494 milhões, uma queda de 4,6 na base anual.
A empresa também já está de olho no Leilão de Reserva de Capacidade.
Gestora ligada ao empresário vendeu quase 18,6 milhões de ações da Light.
Esse valor corresponde a 24,19% do total de notas em circulação.
O mercado faturado ajustado totalizou 6.957 gigawatts-hora, apresentando um incremento de 2,2%.
O novo plano prevê o aporte de recursos da empresa mediante aumento de capital e a capitalização de determinados créditos.
Os acordos incluem um pagamento de aproximadamente R$ 800 milhões aos bancos Itaú, Santander, Bradesco e Citi, principais credores da empresa.
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