Ibovespa sobe com sinais de acordo entre EUA e Irã

Já no universo das criptomoedas, o movimento era misto.

Publicado em 06/05/2026 às 11:26h Publicado em 06/05/2026 às 11:26h por Elanny Vlaxio
O IFIX registrava ganho de 0,32% (Imagem: Shutterstock)
O IFIX registrava ganho de 0,32% (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa (IBOV) opera em leve alta nesta manhã, acompanhando o noticiário internacional sobre um possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Por volta das 11h34 (horário de Brasília), o principal índice da Bolsa brasileira subia 0,20%, aos 187.064,06 mil pontos. No câmbio, o dólar também avançava, com alta de 0,30%, cotado a R$ 4,94.
Enquanto isso, outros mercados seguem em ritmos distintos. O IFIX, índice de referência dos fundos imobiliários, registrava ganho de 0,32%, aos 3.903,21 mil pontos. Já no universo das criptomoedas, o movimento era misto: o Bitcoin (BTC) avançava 0,51%, enquanto o Ethereum (ETH) recuava 0,60%. Lá fora, o cenário é positivo, com:
No cenário doméstico, o tom é de pressão para o setor de energia. A forte queda do petróleo, que chegou a ultrapassar 10% mais cedo, pesa sobre os papéis ligados à commodity. Por isso, as ações da Petrobras (PETR3) chegaram a registrar recuo superior a 3% na manhã. 
 
O que mexe com o mercado 
A possível aproximação entre Washington e Teerã segue no radar dos mercados e reforça expectativas de normalização no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas mais relevantes para a commodity no mundo. No Brasil, além do cenário externo, os investidores acompanham de perto a temporada de balanços e a agenda política. 
Aqui, o foco fica na expectativa para o encontro entre Lula e Donald Trump, previsto para quinta-feira (7). Entre os resultados corporativos, o destaque recente ficou com o Itaú Unibanco (ITUB4), que registrou lucro líquido recorrente de R$ 12,2 bilhões no primeiro trimestre, queda de 0,3% frente ao trimestre anterior e alta de 10,4% na comparação anual.
Agora, o mercado volta as atenções para a divulgação dos números do Bradesco (BBDC3). Segundo avaliação do Goldman Sachs, a expectativa é de provisões mais elevadas, além de uma receita líquida de juros de mercado com desempenho moderado.
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