Cade libera operação da United na Azul (AZUL4) e destrava saída do Chapter 11
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
🚨 A S&P Global Ratings rebaixou a classificação de crédito global da Azul (AZUL4) de “CC” para “SD” e a nota nacional de “brCC” para “SD”, após a companhia aérea concluir seu processo de reestruturação de dívida.
As analistas Amália Bulacios e Luísa Vilhena destacam que a troca de dívida ocorreu em um contexto de dificuldades financeiras e é considerada um evento equivalente a um calote, uma vez que os credores receberão menos do que o valor originalmente acordado.
O movimento eliminou US$ 1,6 bilhão em débitos e levantou US$ 525 milhões em capital adicional, permitindo à companhia reduzir significativamente seus custos com juros.
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A empresa aérea anunciou que essa operação estratégica também proporcionará uma economia de R$ 800 milhões em pagamentos de juros ainda este ano.
Além disso, a alavancagem da Azul caiu de 4,8 vezes para 3,4 vezes em relação ao nível do terceiro trimestre do ano passado, fortalecendo sua estrutura de capital.
Diante dessas mudanças, a S&P Global Ratings informou que avaliará a nova estrutura de capital da Azul e pode revisar seu rating nos próximos dias.
📊 A reestruturação da Azul faz parte de um esforço mais amplo para fortalecer sua posição financeira em um setor ainda impactado por desafios macroeconômicos e pela volatilidade cambial.
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a companhia aérea deve sair do Chapter 11 nos próximos 30 dias.
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
Pela proposta, cada ação preferencial seria convertida em 75 ações ordinárias.
Conversão de dívidas em ações pressiona AZUL4 e amplia temor de diluição.
O CEO informou na entrevista uma expectativa de receita de R$ 20 bilhões para 2024.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1,914,5 bilhão.
O tribunal também deu aval ao Backstop Commitment Agreement.
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