Raízen (RAIZ4): Shell propõe aporte de R$ 3,5 bilhões para evitar cisão, diz jornal
A dívida líquida da Raízen encerrou o último trimestre em R$ 55,3 bilhões, aumentando a pressão por medidas de redução da alavancagem.
📋 O novo CEO da Raízen (RAIZ4), Nelson Gomes, que assumiu a liderança da companhia com o objetivo de implementar novas estratégias, iniciou um processo de reestruturação da alta gestão.
Segundo informações do blog do colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", a reestruturação da Raízen (RAIZ4) promovida pelo por Gomes, deve resultar em uma redução do quadro executivo da empresa.
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Conforme a publicação, o processo de reestruturação resultará na demissão de aproximadamente 25 a 30 executivos, correspondendo a cerca de um terço do total de 90 líderes da companhia. O objetivo da medida é otimizar a estrutura administrativa da Raízen, promovendo a redução de custos e o aumento da competitividade.
👨 Cabe lembrar que, em 14 de novembro, a Raízen passou por uma renovação em sua alta cúpula, com a chegada de Nelson Gomes como CEO, proveniente da Cosan (CSAN3), e de Rafael Bergman como CFO, vindo da Rumo (RAIL3).
Como parte das mudanças anunciadas na última semana, a empresa criou a vice-presidência de Mobilidade Brasil, que será liderada por Leonardo Gadotti Filho. Gadotti retorna à companhia após ter exercido a função de vice-presidente executivo de Logística, Distribuição e Trading e, atualmente, atua como conselheiro da Cosan.
A dívida líquida da Raízen encerrou o último trimestre em R$ 55,3 bilhões, aumentando a pressão por medidas de redução da alavancagem.
Segundo o banco, a Raízen pode reequilibrar sua estrutura de capital por meio de aumento de capital e/ou venda de ativos.
Apesar da correção, o saldo segue positivo na semana, com o principal índice da B3 avançando 1,92%, acumulando alta de 2,81% em fevereiro.
A lógica da cisão seria isolar riscos, dar maior transparência às operações e facilitar a atração de capital para cada unidade.
Empresa diz que resultado foi pressionado por efeitos pontuais, mas mercado mantém cautela.
Fitch, S&P e Moody's cortaram a nota de crédito da Raízen após a empresa contratar assessores financeiros.
A companhia deve avaliar "opções estratégicas" para otimizar a sua estrutura de capital.
Um dos principais gatilhos para a queda foi a confirmação da aquisição da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa.
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