Após aval da ANP, Petrobras (PETR4) prepara volta à Margem Equatorial
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
A Petrobras (PETR4) está traçando planos para explorar novos poços do pré-sal na Bacia de Campos a partir de 2025. Segundo Alex Murteira Celem, gerente-geral da Unidade de Negócios da Petrobras na bacia, esses poços podem ser "o futuro da Bacia de Campos". A revelação foi feita durante o Macaé Energy 2024.
🎉 A iniciativa faz parte de um conjunto de ações que visam garantir a produtividade da região, incluindo investimentos na revitalização de campos maduros e no descomissionamento de antigas plataformas. O Macaé Energy 2024 contou com a participação da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, que se juntou à programação por videoconferência.
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“A região Norte Fluminense sempre teve uma enorme relevância para o setor de óleo e gás e a nossa cadeia de fornecedores, sediando parte significativa da nossa produção e logística. Tenho certeza de que este evento representa um marco da retomada de Macaé e de toda a região, tornando-se um centro de discussões sobre o nosso setor e consolidando a cidade como um hub de negócios para o mercado”, disse Magda.
💭 Segundo informações da Celem, a empresa iniciará a exploração de três blocos adquiridos na bacia de Campos no primeiro semestre de 2025: Forno, Água Marinha e Norte de Bravo. “Vamos perfurar o primeiro poço exploratório em águas marinhas no pré-sal da bacia de Campos, e temos muita esperança, pelo conhecimento que temos da área, de ser o futuro da bacia”, afirmou.
Ele também falou sobre duas novas unidades que serão introduzidas na bacia, com capacidade para produzir 20% a mais do que anteriormente, ao mesmo tempo em que reduzem as emissões de gases do efeito estufa em 55%. O Plano de Renovação da Bacia de Campos também inclui investimentos para quase dobrar a produção de petróleo atual na região até 2028.
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
Segundo a diretora de exploração da estatal, a Petrobras avalia explorar petróleo na Venezuela, mas os riscos ambientais preocupam.
A estatal vai pagar R$ 0,48 por ação em JCP, com base nos resultados do 3º trimestre de 2025.
A alta levou o índice ao segundo maior fechamento da história, atrás apenas do registrado em 11 de fevereiro.
EUA já liberaram cinco multinacionais a retomar a exploração de petróleo na Venezuela.
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras realiza o pagamento de dividendo bruto de R$ 0,472 por ação, tanto para os papéis ordinários quanto para os preferenciais.
JCP sobe para R$ 0,480 por ação e será pago em duas parcelas.
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