No vermelho, Oncoclínicas (ONCO3) fala em incertezas sobre continuidade operacional
A companhia teve um prejuízo de R$ 3,6 bilhões em 2025 e não tem caixa para pagar as dívidas de curto prazo.
🔬 A Oncoclínicas (ONCO3), que atua no tratamento contra o câncer, teve de vir a público nesta segunda-feira (20) prestar esclarecimentos sobre a eventual combinação de negócios de sua divisão de oncologia com a mesma área da Dasa (DASA3), e também da Amil.
Isso porque informações que circulam nos bastidores e foram publicadas pelo jornal Valor Econômico davam conta de que os serviços de tratamento contra o câncer das três empresas do setor de saúde poderiam ser consolidados sob a égide da ONCO3.
No caso, estaria havendo negociações para a união da transferência da área de oncologia da Amil e da Dasa para a Oncoclínicas, mediante troca de ações entre os acionistas.
No entanto, a companhia explica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, até o momento, não existe qualquer documento, seja preliminar, definitivo ou vinculante, celebrado entre a Oncoclínicas, Dasa e/ou Amil, visando a uma potencial combinação dos negócios de oncologia das partes.
O diretor financeiro, de estratégia e relação com investidores da Oncoclínicas, Cristiano Camargo, se limitou em dizer que a empresa continuamente explora e avalia oportunidades que possam resultar em fortalecimento de suas operações e criação de valor para seus acionistas, como parte do curso normal de suas atividades.
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Outro elemento que deixa a Oncoclínicas no radar do mercado em 2025 é o próprio fato de que o setor de saúde privada no Brasil está em trajetória de consolidação, vide o capítulo mais recente entre as próprias Amil e Dasa.
Afinal de contas, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou em dezembro passado que ambas as companhias pudessem combinar os seus negócios, criando assim a segunda maior rede hospitalar do país.
🚑 O negócio envolve 25 hospitais, seis clínicas oncológicas e seis clínicas médicas que pertencem às empresas, mas passarão a ser controlados pela Ímpar Serviços Hospitalares, joint venture de gestão compartilhada entre as duas companhias.
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