Eneva (ENEV3) reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 57 mi no 4º trimestre de 2025
O resultado representa uma variação positiva de R$ 1,123 bilhão em relação ao 4T24.
A Eneva (ENEV3) obteve autorização do Ministério de Minas e Energia para importar energia elétrica intermitente da Venezuela, Argentina e Uruguai. A decisão tem como finalidade reduzir os custos de geração em Roraima e tornar o fornecimento de energia mais eficiente.
🔎 A importação de energia da Venezuela possui o potencial de reduzir a CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), desde que os preços sejam competitivos em relação à geração local. Entretanto, a retomada das importações depende da conclusão dos reparos na linha de transmissão, que está inoperante desde 2019.
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É importante ressaltar que a efetivação da importação de energia da Venezuela, assim como de outras nações, está condicionada à aprovação da Aneel, do ONS e do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. Diferentemente, as importações da Argentina e do Uruguai seguem um processo regulatório específico no mercado brasileiro.
💻 A empresa firmou, dias atrás, importantes acordos com o BTG Pactual (BPAC11) e, em consonância com essa nova dinâmica, convocou uma Assembleia Geral Extraordinária para o dia 30 de setembro, a fim de deliberar sobre uma reorganização societária que visa otimizar sua estrutura.
A companhia anunciou ainda a compra de 50% da Gera Maranhão e de 100% da Linhares, incluindo suas debêntures. Adicionalmente, a empresa e o banco firmaram um Acordo de Associação para a cisão de parte da termelétrica, sendo que a parcela destacada inclui as ações da Tevisa Termelétrica Viana e da Povoação Energia.
O resultado representa uma variação positiva de R$ 1,123 bilhão em relação ao 4T24.
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Preço teto do leilão de energia ficou abaixo do consenso dos analistas.
As debêntures da primeira série terão vencimento em 15 de janeiro de 2036.
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Estratégia de gás flexível e leilões de capacidade mostram que ainda há espaço para crescer e impulsionam recomendação de compra.
Companhia integra a produção de gás natural à geração térmica de energia e faz forte operacional no trimestre.
Segundo o Itaú BBA, a Eneva pode registrar salto de 500% no lucro no 3T25, enquanto a Cemig pode apresentar uma queda de até 75%.
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