Banco do Brasil (BBAS3) é destaque em mais uma recuperação do IBOV
Setor bancário encabeça ganhos dentro da bolsa de valores brasileira, enquanto petróleo derrapa.
🚨 O Banco do Brasil (BBAS3) viveu uma sessão marcada pela volatilidade nesta quarta-feira (27). Após a divulgação dos números de crédito do Banco Central, as ações chegaram a recuar 2,21%, atingindo R$ 19,93.
No entanto, ao longo do pregão, os papéis reduziram as perdas e encerraram em alta de 1,23%, a R$ 20,63.
O movimento reflete a leitura do mercado sobre os dados do Relatório de Crédito de julho, que trouxeram sinais mistos: de um lado, avanço no volume de concessões; de outro, deterioração na inadimplência, especialmente no crédito rural — segmento de forte peso para o Banco do Brasil.
Segundo o Banco Central, as concessões de crédito cresceram 1,2% em julho frente a junho, enquanto o estoque total avançou 0,4%. Apesar da expansão, a inadimplência em recursos livres subiu para 5,2%, maior nível desde novembro de 2017.
Entre os destaques:
Spreads bancários: recuaram 20 pontos-base, para 20,3%, refletindo sobretudo a queda nos empréstimos individuais (25,3%), parcialmente compensada pela alta nos corporativos (9,4%).
➡️ Leia mais: Dividendos no radar: ‘Elétrica’ na B3 pode pagar R$ 7 bilhões em 2025, diz BBI
Em relatório, o Bradesco BBI avaliou que os números confirmam a piora da qualidade dos ativos (NPLs de 90 dias), com alta de 20 pontos-base nos empréstimos individuais e deterioração em quase todas as linhas.
A piora mais relevante ocorreu no crédito rural, que subiu 90 pontos-base no mês. Já os empréstimos pessoais (ex-consignado) aumentaram 40 pontos-base, e os cartões de crédito, 20 pontos-base.
A inadimplência inicial se manteve em 4%, mas o BBI alertou para o avanço de 41 pontos-base também no crédito rural, o que deve pressionar as provisões para perdas do Banco do Brasil no 3T25.
Por outro lado, o relatório destacou um ponto positivo: a retomada do crescimento nas concessões às PMEs (pequenas e médias empresas), que avançaram 3% em julho.
A ação do Banco do Brasil ainda segue pressionada por dois vetores principais:
Diante disso, analistas reforçam que a pressão sobre a inadimplência rural será determinante para o desempenho dos papéis no curto prazo.
📊 O balanço do terceiro trimestre deve dar mais clareza sobre o nível de provisões e o espaço para distribuição de dividendos.
Setor bancário encabeça ganhos dentro da bolsa de valores brasileira, enquanto petróleo derrapa.
O BB reduziu em 90% o tempo de atendimento de grandes empresas com um agente de IA.
As dívidas dos produtores rurais com o banco estatal chegam a R$ 418,4 bilhões em 2026.
Cautela dos investidores diante do tarifaço impede recuperação ampla da bolsa de valores brasileira.
A decisão marca o fim dos últimos produtos vinculados à carteira digital das Americanas.
Medidas para desatolar produtores rurais pouco mexem com ações do Banco do Brasil (BBAS3) no curto prazo.
O BB vai pagar R$ 2,3 bilhões para os Correios entregarem suas correspondências por 5 anos.
É o equivalente a um terço de todos os créditos previstos pelo governo para o Plano Safra.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?