Weg (WEGE3): Lucro cai 6,3% no 4T25, para R$ 1,59 bilhão
A companhia ainda teve queda na receita operacional líquida e no Ebitda do trimestre.
Muitas empresas listadas na B3 têm visto seu valor de mercado crescer em meio à retomada do mercado de ações brasileiro. Nenhuma delas, no entanto, valorizou-se tanto quanto a Weg (WEGE3) neste ano.
📈 A fabricante de motores elétricos de Santa Catarina já ganhou mais de R$ 69,7 bilhões em valor de mercado em 2024, até o fechamento de quinta-feira (29), segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.
Para se ter ideia, o ganho é equivalente à capitalização de empresas como a Suzano (SUZB3) e a B3 (B3SA3). Além disso, é quase 85% superior à valorização de R$ 37,7 bilhões registrada pela Petrobras (PETR4), a empresa que teve o segundo maior salto em valor de mercado do ano, de acordo com a Elos Ayta Consultoria.
💰 Com isso, a Weg já é avaliada em cerca de R$ 224,6 bilhões. Isto é, 45% a mais do que os R$ 154,8 bilhões registrados ao final de 2023.
A companhia consolida-se, então, como a quarta maior empresa listada da B3, em valor de mercado, atrás apenas de Petrobras, Itaú (ITUB4) e Vale (VALE3). A Weg tomou o posto da Ambev (ABEV3) em julho deste ano. Veja aqui a lista das maiores empresas da bolsa.
A valorização da Weg ocorre em meio à apresentação de resultados robustos, ao avanço do plano de internacionalização e à expectativa de que a companhia continue ampliando seus ganhos por meio desses novos negócios. Em julho, por exemplo, Bank of America e XP elevaram a recomendação para o papel, de neutra para compra.
Além disso, a Weg ficou conhecida como a "fábrica de bilionários brasileira", depois que emplacou a bilionária mais jovem do mundo na lista da "Forbes" e foi a fonte de patrimônio apresentada por 12% dos bilionários mapeados no Brasil neste ano pela revista.
Weg e Petrobras, contudo, não foram as únicas empresas brasileiras a registrar altas expressivas em valor de mercado neste ano.
De acordo com o levantamento da Elos Ayta Consultoria, outras duas empresas listadas na B3 apresentavam uma valorização superior a R$ 20 bilhões até quinta-feira (29): Itaú (ITUB4) e JBS (JBSS3). A BRF (BRFS3) quase entra nesse seleto grupo, com um ganho de R$ 19,6 bilhões.
Veja as 10 empresas que mais ganharam valor de mercado em 2024, até agora:
A companhia ainda teve queda na receita operacional líquida e no Ebitda do trimestre.
A decisão da Suprema Corte dos EUA de limitar o uso da IEEPA para impor tarifas abriu espaço para ganho de exportadoras na B3.
Mesmo com recomendação de compra, o banco vê risco assimétrico no curto prazo, com mais potencial de queda do que de alta.
O ajuste, segundo a empresa, é apenas de uma adequação na forma de estruturação da diretoria estatutária.
Será a mais moderna fábrica de sistemas de armazenamento de energia em bateria do país.
Os negócios adquiridos passarão a ser incorporado a partir de fevereiro de 2026.
Mais cedo, a ação chegou a tocar R$ 51,74, refletindo o aumento do apetite dos investidores diante das oportunidades que o novo mercado pode abrir para a empresa.
Em relatório, o UBS BB reiterou a recomendação de compra para os papéis da companhia e elevou o preço-alvo de R$ 50 para R$ 60.
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