Weg (WEGE3) frustra mais uma vez, com lucro de R$ 1,46 bi no 1T26
O resultado caiu 5,7%, pressionado pela demanda doméstica fraca e pela variação do dólar.
🚨 A WEG (WEGE3) informou nesta terça-feira (19) que o conselho de administração aprovou a contratação de dois financiamentos, um em reais e outro em dólar, voltados para fortalecer a estrutura de capital de suas subsidiárias no Brasil e no exterior.
Segundo o documento, a primeira linha de crédito será de até R$ 130 milhões, com prazo de 18 meses, destinada às controladas Balteau Produtos Elétricos Ltda. e Weg Turbinas e Solar Ltda..
O recurso será concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e deve apoiar projetos de expansão e modernização produtiva.
Já o segundo financiamento terá valor equivalente a US$ 50 milhões, com prazo de 36 meses, voltado para a Weg Africa, subsidiária da companhia no continente africano.
Esse aporte está alinhado à estratégia de internacionalização da WEG, que vem ampliando sua presença em diferentes mercados.
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No final de julho, a WEG divulgou seu balanço referente ao segundo trimestre de 2025, reportando lucro líquido de R$ 1,59 bilhão, crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 2,26 bilhões, alta de 6,5% na base anual e avanço de 4% na comparação com o primeiro trimestre deste ano.
Apesar dos números positivos, a XP Investimentos avaliou o resultado como mais fraco do que o esperado, destacando sinais de um ciclo de crescimento mais lento.
Os analistas apontaram ainda para uma desaceleração do crescimento orgânico, o que pode indicar um período de maior cautela para a companhia nos próximos trimestres.
Com a aprovação das novas linhas de financiamento, a WEG reforça seu posicionamento de manter solidez financeira ao mesmo tempo em que amplia investimentos em energia renovável, eletrificação e internacionalização.
📊 A empresa segue entre as mais relevantes do setor de equipamentos elétricos no Brasil, com presença global consolidada em geração de energia, motores industriais, automação e soluções de mobilidade elétrica.
O resultado caiu 5,7%, pressionado pela demanda doméstica fraca e pela variação do dólar.
Fabricante brasileira de motores elétricos distribuirá juros sobre o capital próprio (JCP).
A companhia ainda teve queda na receita operacional líquida e no Ebitda do trimestre.
A decisão da Suprema Corte dos EUA de limitar o uso da IEEPA para impor tarifas abriu espaço para ganho de exportadoras na B3.
Mesmo com recomendação de compra, o banco vê risco assimétrico no curto prazo, com mais potencial de queda do que de alta.
O ajuste, segundo a empresa, é apenas de uma adequação na forma de estruturação da diretoria estatutária.
Será a mais moderna fábrica de sistemas de armazenamento de energia em bateria do país.
Os negócios adquiridos passarão a ser incorporado a partir de fevereiro de 2026.
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