Agenda de Dividendos: Sabesp (SBSP3) dará fração de ações como bonificação
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As ações da Sabesp (SBSP3) já subiram mais de 10% em 2024, diante do avanço do processo de privatização da empresa. Com isso, tornaram-se a ação mais cara do Ibovespa.
💲 O Ibovespa reúne as ações mais negociadas da B3. Atualmente, o índice é composto por 86 ações de 83 empresas. E a mais cara delas é a da Sabesp, segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.
Na quinta-feira (18), o papel da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo fechou a R$ 82,02. Isto é, com mais de R$ 20 de diferença para a segunda colocada do ranking de ações com maiores valores nominais do Ibovespa: a Vale (VALE3), que fechou cotada por R$ 61,17.
De acordo com levantamento da Elos Ayta Consultoria, a Sabesp é a ação mais cara do Ibovespa desde 8 de janeiro, quando avançou 1,26% e fechou a R$ 71,98. Antes disso, o papel de maior valor nominal do principal índice da B3 era o da Vale, que vem tendo um ano de perdas na bolsa brasileira.
📉 Enquanto a Sabesp subiu 10,7% no acumulado do ano até a quinta-feira (18), na esteira do seu processo de privatização; a Vale derreteu 17,3% nesse mesmo período, diante de desafios como a turbulenta escolha de um novo presidente, a queda dos preços do minério de ferro e os processos judiciais relacionados ao rompimento das barragens de Brumadinho e Mariana (MG).
Apesar disso, a Vale ainda carrega com certa segurança o posto de segunda ação mais cara do Ibovespa. É que o terceiro lugar é da Suzano (SUZB3), que fechou o pregão de quinta-feira (18) cotada a R$ 53,88. Isto é, mais de R$ 7 abaixo da Vale.
Além disso, a Vale tem o maior volume financeiro por negócio do Ibovespa. É que, ao comprar ações da mineradora, os investidores desembolsam em média R$ 32.828. Já os investidores da Sabesp aplicam em média 19.707 por negócio.
Em termos de quantidade de ações por negócio, a liderança é da Petrobras (PETR4). Isso porque, ao investir na petroleira, os investidores compram em média 713 ações por negócio.
A ação ordinária da Petrobras fechou a quinta-feira (18) cotada a R$ 41,60 e a preferencial, a R$ 38,53. Eram, portanto, a 12ª e a 14ª ações mais caras do Ibovespa.
Enquanto a Sabesp é a ação mais cara do Ibovespa, a da Cogna (COGN3) é a mais barata. É que o papel da companhia educacional fechou a quinta-feira (18) valendo R$ 1,72.
O levantamento da Elos Ayta Consultoria descobriu ainda que a mediada do preço das 86 ações que compõe o Ibovespa é de R$ R$ 19,58 atualmente. Por isso, o investidor teria que desembolsar 1.926,41 para adquirir uma ação de cada uma das integrantes do índice.
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Segundo o CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero, ações de alto valor nominal como as de Sabesp e Vale "trazem prestígio e estabilidade, atraindo investidores que buscam segurança". Contudo, "podem ter menor acessibilidade e liquidez, dificultando a negociação para pequenos investidores".
O alto preço da ação da Sabesp, por exemplo, não foi garantido no processo de privatização da empresa. A Equatorial Energia (EQTL3) ofereceu R$ 67 por ação para comprar 15% da Sabesp e, mesmo com o desconto, conseguiu tornar-se o acionista de referência da companhia. Consequentemente, esse também foi o preço considerado pelo Estado de São Paulo para vender outros 17% da companhia para demais investidores no processo de privatização da Sabesp.
Foi por causa desses potenciais desafios, por exemplo, que o Banco do Brasil (BBAS3) desdobrou as suas ações em abril. O papel do banco era negociado por mais de R$ 50 no início do ano, mas foi desdobrado em dois para ter mais liquidez e, assim, atrair mais investidores pessoa física. Na quinta-feira (18), o papel desdobrado do Banco do Brasil fechou cotado a R$ 27,16. Logo, não faz mais parte do ranking de ações mais caras do Ibovespa.
Ferramenta do Investidor10 apura que quatro empresas listadas na B3 remunerarão investidores nesta semana.
Corte analisa questionamentos sobre leilão e conflito de interesses.
A companhia vai distribuir R$ 583,5 milhões JCP, além de novas ações para os seus acionistas.
Segundo a Sabesp, o valor da operação corresponde ao preço por ação ofertado na OPA das ações ordinárias da EMAE.
A operação envolve debêntures simples, não conversíveis em ações.
Os desembolsos ocorrerão conforme previsto no contrato de financiamento.
O acordo foi firmado com a Iguá Saneamento e prevê a transferência das ações ordinárias equivalentes ao controle da companhia.
A companhia pagou R$ 682,6 milhões por 74,9% das ações ordinárias da Emae.
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