Dividendos da Petrobras (PETR4) podem decepcionar no 4T25, alerta BTG
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
O TCU (Tribunal de Contas da União) irá investigar a Petrobras (EPTR4) devido à decisão de reter uma parcela dos dividendos extraordinários referentes ao lucro de 2023. O ministro da Corte de Contas, Jhonatan de Jesus, acatou a solicitação de fiscalização feita pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) na quarta-feira (8) e ordenou a realização de diligências.
💲 A Corte buscará mais informações da estatal, da Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para embasar a apuração dos acontecimentos.
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O incidente ocorreu em 7 de março, quando o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a retenção total dos dividendos extraordinários que poderiam ser distribuídos. A proposta consistia em manter os R$ 43,9 bilhões em uma conta designada como reserva estatutária. Os conselheiros alinhados ao governo votaram a favor da retenção.
💰 Logo depois, em abril, foi aprovada a distribuição de quase R$ 22 bilhões em dividendos extraordinários, equivalente à metade do total disponível para pagamento. A outra metade, no entanto, permanece retida em uma conta para distribuição posterior.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
A estatal também reforçou que o valor pago pelo consumidor final não depende apenas do preço da molécula do gás comercializado.
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