BRB (BSLI4) cobra dívida de R$ 799 mil de ex-presidente investigado no caso Master
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
🚨 O Banco de Brasília – BRB (BSLI4) decidiu encerrar a disputa com o Banco Central (BC) e não irá recorrer da decisão que vetou a aquisição do Banco Master, anunciada em março deste ano.
Fontes próximas ao banco afirmam que a avaliação interna é de que ajustes no formato do negócio não seriam suficientes para mudar o entendimento do regulador.
A desistência marca um desfecho importante em uma negociação que vinha sendo acompanhada de perto pelo mercado financeiro.
A operação, que poderia movimentar cerca de R$ 2 bilhões, foi considerada inviável após cinco meses de análise do BC.
Na quarta-feira (3), poucas horas antes do anúncio oficial do veto, o BRB fez uma última tentativa junto ao Banco Central.
O banco enviou um ofício em que se mostrava disposto a reestruturar o acordo e atender a qualquer nova exigência ou ponto de atenção levantado pelo regulador.
O esforço, porém, não surtiu efeito. Na mesma noite, o BC comunicou formalmente que a operação havia sido rejeitada. Questionados, tanto o BRB quanto o Banco Central optaram por não se manifestar publicamente sobre o caso.
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Embora o BC não tenha divulgado oficialmente todos os detalhes, pessoas ligadas ao processo afirmam que a negativa se baseou em quatro pontos principais:
O histórico recente do banco privado pesou contra a aprovação. O Banco Master cresceu rapidamente nos últimos anos com um modelo considerado arriscado: oferecia CDBs com rentabilidade muito superior à média de mercado, atraindo investidores, mas alocava boa parte dos recursos captados em precatórios, direitos creditórios e ações de empresas em dificuldades financeiras.
Com o veto, aumenta a possibilidade de o Banco Master passar por intervenção ou até mesmo liquidação.
Na intervenção, o banco seguiria operando, mas sob gestão de um administrador indicado pelo BC. Já na liquidação, a instituição seria fechada e seus ativos colocados à venda.
O BRB, por sua vez, não considera participar de uma eventual liquidação, pois seu interesse era restrito à operação bancária saudável do Master, e não ao conjunto dos ativos.
Quando foi anunciada, em março, a negociação previa a incorporação de cerca de R$ 48 bilhões em ativos do Banco Master. Entretanto, após análises internas, o BRB reduziu o escopo da compra para R$ 23,9 bilhões, praticamente a metade.
Esse encolhimento foi interpretado no mercado como um sinal de fragilidade da operação, já que grande parte dos ativos inicialmente previstos foi descartada pelo próprio BRB após avaliação de riscos.
Ainda assim, o acordo previa a aquisição de 49% das ações ordinárias (com direito a voto) e 100% das ações preferenciais (sem direito a voto) do Master, o que daria ao BRB uma participação de 58% no capital total.
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A desistência do recurso encerra uma tentativa polêmica, vista por analistas como um socorro disfarçado ao Banco Master, por meio de um banco estatal.
O episódio expôs fragilidades do modelo de negócios do Master e levantou questionamentos sobre os critérios de crescimento adotados nos últimos anos.
📊 Para o BRB, o recuo representa uma forma de preservar sua imagem e evitar riscos de contaminação. No entanto, a instituição ainda avalia se há espaço para apresentar novas propostas em outros formatos, caso o Banco Central considere alternativas no futuro.
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
FII deve reunir 9 imóveis avaliados em US$ 6,5 bi, que devem ser cedidos pelo Distrito Federal.
O aumento de capital também prevê uma subscrição mínima de R$ 529 milhões.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
Federalização é vista como alternativa mais complexa, mas deve ser analisada pelo conselho da estatal.
O texto autoriza o Executivo local a contratar até R$ 6,6 bilhões em crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras.
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