Fim de uma era: Eletrobras (ELET3) anuncia troca de nome e código na B3
Mudança simboliza nova fase da companhia, privatizada em 2022 e hoje avaliada em R$ 126 bilhões.
💲 A Eletrobras (ELET3), em conjunto com sua subsidiária Eletronorte, anunciou nesta quarta-feira (14) a conclusão parcial da venda de usinas térmicas para o grupo J&F, holding controladora da Âmbar Energia.
A operação marca mais um passo na estratégia da companhia de otimização do portfólio e foco em geração de valor.
O fechamento parcial envolveu a transferência de todos os ativos e direitos relacionados às térmicas negociadas, com a geração de aproximadamente R$ 2,9 bilhões para a Eletrobras, considerando o pagamento pelos ativos e o levantamento de depósitos em garantia vinculados a contratos de fornecimento de gás natural.
Além do valor principal, a Eletronorte recebeu cerca de R$ 600 milhões referentes ao caixa gerado pelas usinas no período entre a assinatura do contrato e o fechamento da operação, o que eleva o reforço de caixa total para mais de R$ 3,5 bilhões.
O contrato firmado ainda prevê um pagamento adicional (earn-out) de R$ 1,2 bilhão, condicionado ao cumprimento de metas operacionais e contratuais estabelecidas previamente.
Esse valor, se confirmado, poderá aumentar significativamente os ganhos da Eletrobras com a operação.
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A venda da UTE Santa Cruz, com capacidade instalada de 500 megawatts (MW), ainda aguarda aprovação regulatória para ser concluída.
A expectativa é que a liberação ocorra nos próximos meses, consolidando de vez a alienação completa do portfólio de térmicas previsto no acordo.
Segundo a Eletrobras, a conclusão desta etapa reforça seu compromisso de simplificar a estrutura de ativos, focar na eficiência operacional e otimizar a alocação de capital — pilares fundamentais do Plano Estratégico da companhia para o ciclo 2025-2030.
“A conclusão desta importante etapa da transação reforça o compromisso da Eletrobras com a otimização de seu portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor e simplificação de sua estrutura”, destacou a empresa em comunicado ao mercado.
📊 O movimento é visto como essencial para a companhia concentrar esforços nas áreas de geração e transmissão de energia renovável, reduzindo a exposição a ativos considerados fora do core business.
Mudança simboliza nova fase da companhia, privatizada em 2022 e hoje avaliada em R$ 126 bilhões.
A Âmbar Energia passará a controlar 68% do capital total e 35,3% do capital votante da Eletronuclear.
A transação rendeu R$ 703,5 milhões à companhia e marca o fim do processo de desinvestimento em ativos termelétricos.
Segundo o banco, a empresa pode despontar como uma das melhores pagadoras de dividendos nos próximos anos.
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Dentre os destaques operacionais do segundo trimestre, a capacidade instalada de geração ficou em 44,3 megawatts.
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