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O IBGE publicou um dado nada animador para as empresas de varejo nesta quarta-feira (13). A Pesquisa Mensal do Comércio, que mapeia o movimento de consumo ao redor do país, mostrou que as vendas caíram 0,1% em junho.
O número ficou abaixo das expectativas do mercado, que previa uma alta de 0,7% em relação a maio. O dado, portanto, foi suficiente para ditar o desempenho das ações das principais empresas de varejo da bolsa neste dia de pregão.
Por volta das 12h, quase todas as listadas na B3 apresentaram variações negativas, conforme detalhamento a seguir:
O Índice de Consumo (ICON) da bolsa brasileira foi na mesma direção, englobando todas as perdas em bloco. No mesmo período, o indicador caía quase 2%, para perto dos 2,8 mil pontos, ainda de acordo com a B3.
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A pesquisa do IBGE mostrou que a atividade econômica que apresentou o maior recuo entre maio e junho foi a de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, que recuou 2,7%.
“Esse movimento acontece desde novembro de 2024 e é explicado pelas constantes oscilações do dólar, já que alguns produtos ofertados pelas empresas dessa atividade são sensíveis à variação cambial, o que faz com que as companhias combinem estratégias de elevação dos estoques em momento de apreciação do real com posteriores ondas de promoção”, destacou Cristiano Santos, gerente da pesquisa.
No entanto, o maior peso vem da categoria Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%). Com um movimento negativo, mas menos forte, ela funciona como um fator âncora, impedindo que a média global fosse puxada totalmente para baixo.
Por outro lado, houve uma melhora em três das oito atividades listadas: artigos de uso pessoal e doméstico (1,0%), Tecidos, vestuário e calçados (0,5%) e Combustíveis e lubrificantes (0,3%).
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