Lucro dos bancões cai pela 1ª vez desde a pandemia, sob pressão do BBAS3
Banco do Brasil, Itaú, Santander e Bradesco lucraram juntos R$ 107,8 bilhões em 2025.
🚨 O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta sexta-feira (8) que irá postergar a divulgação de seus resultados do primeiro trimestre de 2025.
Originalmente marcada para o dia 13 de maio, a nova data foi remarcada para o dia 15 de maio, após o fechamento do mercado.
A alteração se deve à agenda oficial da presidente da instituição, Tarciana Medeiros, que integra a comitiva do governo brasileiro em visita à China, conforme explicou o banco em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Além do balanço, o anúncio sobre a distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP), que tradicionalmente ocorre junto à divulgação dos resultados, também foi remarcado para o dia 15.
O banco destacou que as demais datas do cronograma de pagamento do JCP permanecem inalteradas.
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Com o novo calendário, a teleconferência de resultados para analistas e investidores foi reagendada para 16 de maio, às 9h (horário de Brasília).
A expectativa é de que o Banco do Brasil apresente novamente um desempenho robusto, seguindo a tendência dos grandes bancos privados, como Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4), que surpreenderam positivamente nesta temporada de balanços.
✈️ A visita à China tem como foco reforçar parcerias comerciais e institucionais entre os países, incluindo possíveis acordos de financiamento, investimentos e expansão de serviços internacionais do banco estatal.
Banco do Brasil, Itaú, Santander e Bradesco lucraram juntos R$ 107,8 bilhões em 2025.
O Ibovespa caiu 1,02% e fechou aos 187.766 pontos, pressionado pelo tom defensivo global e por quedas acima de 1% em Wall Street.
O BB pretende manter um payout de 30%, embora veja o lucro voltando a crescer em 2026.
Para analistas, o guidance sugere uma recuperação gradual dos resultados do BB.
Para ter direito ao provento, o investidor precisa estar posicionado no papel até 23 de fevereiro.
Mesmo com queda anual de 40%, o resultado superou com folga o consenso Bloomberg, que projetava R$ 4,5 bilhões.
O banco chega na temporada sob pressão, com consenso apontando trimestre fraco, lucro em retração e impacto no agro.
Além do setor bancário puxando o carro, a bolsa de valores brasileira viu varejistas brilharem.
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