Ouro e prata voltam a brilhar e seus ETFs disparam até 7%
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira (28), a Aura Minerals (AURA33) informou a assinatura de um acordo para a aquisição dos ativos da mineradora canadense Bluestone Resources, em uma transação que pode chegar a US$ 74,3 milhões.
💰 A oferta da Aura Minerals prevê o pagamento de 0,50 dólar canadense por ação da Bluestone Resources, representando um prêmio de 51% em relação ao último preço de fechamento na Bolsa de Toronto. Já os acionistas da Bluestone terão a opção de receber o pagamento em dinheiro ou em ações da Aura Minerals.
A Bluestone Resources é proprietária do projeto de ouro Cerro Blanco, localizado na Guatemala, além de deter os direitos do projeto geotérmico Mita, que possui licença para gerar até 50 megawatts de energia.
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🤑 A empresa destacou que a proximidade da mina Minosa com os ativos da Bluestone permitirá a criação de sinergias operacionais, otimizando custos e aumentando a eficiência. Além disso, a aquisição contribuirá para o atingimento da meta da Aura de produzir mais de 450 mil onças equivalentes de ouro nos próximos anos.
Os conselhos de administração da Aura Minerals e da Bluestone Resources aprovaram por unanimidade a transação. No entanto, a conclusão da aquisição ainda depende da aprovação dos acionistas de ambas as empresas, além de atender a determinadas exigências regulatórias e judiciais.
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
Demanda dos investidores pelo metal precioso geralmente costuma disparar em viradas de ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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