Azul (AZUL54) lança oferta de ações de R$ 7,4 bilhões; veja detalhes
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
O CEO da Azul (AZUL4), John Rodgerson, afirmou que não faz sentido o Brasil ter o "combustível mais caro do mundo", se o País tem o petróleo como um de seus principais ativos. A fala foi dita durante entrevista coletiva com jornalistas, na tarde desta terça-feira (14).
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"O Brasil é um país que refina petróleo, mas por que não temos petróleo mais barato aqui? Por que abastecer em Miami é 30% mais barato? Isso não é bom para o Brasil", disse Rodgerson.
"O país que tira petróleo do chão, que tem isso como ativo, ter o combustível mais caro do mundo não faz sentido para ninguém", complementou o CEO da Azul.
Rodgerson deu a entender que a forma como são formados os preços dos combustíveis no Brasil não torna o cenário mais fácil para as aéreas.
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
Pela proposta, cada ação preferencial seria convertida em 75 ações ordinárias.
Conversão de dívidas em ações pressiona AZUL4 e amplia temor de diluição.
O CEO informou na entrevista uma expectativa de receita de R$ 20 bilhões para 2024.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1,914,5 bilhão.
O tribunal também deu aval ao Backstop Commitment Agreement.
Segundo a empresa, o progresso está alinhado ao cronograma inicialmente proposto para a conclusão do processo.
O resultado operacional foi de R$ 376,7 milhões, com margem de 20,6%.
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