Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, negou definição sobre o pagamento de dividendos extraordinários e a possível mudança de comando na Petrobras (PETR4). As declarações foram feitas na noite da última terça-feira (9) após evento de assinatura da MP (Medida Provisória) das Energias Renováveis e da Redução Tarifária no Palácio do Planalto.
🗣️ Segundo Silveira, o encontro marcado com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad e Rui Costa, da Casa Civil, foi para discutir "sobre as possibilidades" com o objetivo de melhorar a economia brasileira. “Não é verdade que nós acordamos entre nós qualquer coisa que seja sobre distribuição de dividendos", disse Silveira.
Leia também: Petrobras (PETR4): Dividendos estão bem encaminhados, diz Haddad
Já em relação às especulações sobre a saída do presidente da petroleira, Jean Paul Prates, o ministro afirmou que nunca discutiu o assunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “Lula nunca cogitou a saída de Prates da Petrobras para mim. Não existe essa personificação entre mim e o presidente da estatal. Discordamos em questões pontuais”, disse Silveira ao jornal "O Globo".
💬 O embate entre Silveira, Prates e as especulações sobre o pagamento de dividendos ganharam força nas últimas semanas mesmo após a Petrobras negar em comunicado os rumores. Segundo a companhia, a decisão sobre dividendos deve ser discutida em Assembleia Geral de Acionistas, a ser realizada no dia 25/04/2024.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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