Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Está previsto para essa quarta-feira (1º) o primeiro voo tripulado para a Lua em mais de 50 anos. A missão Artemis II está prevista para durar 10 dias e deve levar quatro astronautas de volta ao satélite.
Este é o principal projeto da Nasa (Agência Espacial dos Estados Unidos) para voltar a explorar a Lua. A última missão foi realizada em 1972, quando a Apollo 17 deu origem a imagens inacreditáveis.
O objetivo desta vez é validar sistemas críticos e preparar o caminho para missões mais complexas. A Nasa deve checar a tecnologia de navegação, comunicação e proteção térmica da nave que vai levar os tripulantes, que são três dos EUA e um do Canadá.
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“A missão Artemis III lançará tripulação na espaçonave Orion sobre o foguete SLS (Sistema de Lançamento Espacial) para testar as capacidades de encontro e acoplamento entre a Orion e espaçonaves comerciais necessárias para pousar astronautas na Lua”, diz a agência.
O lançamento do foguete será realizado do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida, no sul dos EUA, por volta das 19h20. O evento será transmitido por meio das redes sociais da Nasa.
A empresa afirma que, devido a condições meteorológicas, o lançamento pode ser adiado por até uma semana. Tanto a cápsula de propulsão quanto o foguete, porém, já estão posicionados para o lançamento.
Um grupo de investidores está aportando um bom volume financeiro para levar os data centers de inteligência artificial para o espaço. A ideia é criar centros de dados em órbita compostos por milhares de satélites, alimentados por energia solar.
O projeto foi investido inicialmente por startups como SpaceX e Blue Origin, mas logo ganhou adesão de outros nomes. Empresas de IA estariam na fila para aportar recursos nesta área, na tentativa de otimizar os serviços que oferecem.
A Nvidia, inclusive, neste mês lançou novos chips de processamento, capazes de funcionar fora da Terra. O ganho seria especialmente favorável para ferramentas como o ChatGPT (OpenAI) e Claude (Anthropic), que já demandam muita energia para processar pedidos de usuários.
“Ao transferir a computação de IA para o espaço, desbloqueamos o acesso à energia solar ilimitada e eliminamos completamente o gargalo energético”, disse o cofundador e diretor-executivo da Starcloud, Philip Johnston, em entrevista ao Financial Times. “Este financiamento nos permite expandir rapidamente nossa infraestrutura orbital e atender à enorme demanda comercial por computação de inteligência artificial sustentável”, destacou.
Ainda não está claro quanto as marcas estão colocando na mesa para viabilizar essa nova disrupção, mas tudo colabora para que o valor retorne de forma ainda mais expressiva futuramente. Esse foi um dos ganchos para o pedido de listagem da SpaceX na Nasdaq, que deve sair nos próximos meses.
Agora, o grande desafio dessas companhias está em encontrar soluções de resfriamento dos data centers fora da Terra. Especialistas dizem que não é uma questão impossível, mas ainda não está claro como será resolvida.
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