Movida (MOVI3) garante R$ 3,5 bilhões e reduz pressão para dívidas de 2026

A empresa destacou a participação da IFC (International Finance Corporation), braço do Grupo Banco Mundial.

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Publicado em 06/02/2026 às 15:06h - Atualizado Agora Publicado em 06/02/2026 às 15:06h Atualizado Agora por Elanny Vlaxio
As ações da empresa subiam quase 5% na tarde desta sexta-feira (6) (Imagem: Shutterstock)
As ações da empresa subiam quase 5% na tarde desta sexta-feira (6) (Imagem: Shutterstock)
💸 A Movida (MOVI3) informou que concluiu a gestão de suas dívidas com vencimento em 2026 após captar R$ 3,5 bilhões nos dois primeiros meses do ano, em operações realizadas nos mercados local e internacional. Com isso, as ações da empresa subiram 3,39%, a R$ 13,42, às 16h01, horário de Brasília desta sexta-feira (6). 
Entre as operações realizadas, a empresa destacou a participação da IFC (International Finance Corporation), braço do Grupo Banco Mundial, como uma das financiadoras. O pacote de financiamento concedido pela IFC tem como objetivo apoiar a renovação da frota com veículos de baixa emissão de carbono. 
💰 De acordo com a companhia, as captações realizadas ampliam o acesso a fontes diversificadas de funding, com prazos mais longos e redução do custo médio da dívida. A empresa ressaltou ainda que 100% das dívidas possuem swap para reais, em linha com a política financeira de não manter exposição cambial. 
Lembrando que a companhia reportou lucro líquido de R$ 70 milhões no período, resultado que representa uma retração de 11% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. Apesar da queda, a empresa atualizou seu guidance e passou a projetar lucro entre R$ 75 milhões e R$ 90 milhões, patamar acima da estimativa do mercado, que girava em torno de R$ 53 milhões.

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