Apagão em SP gera prejuízo de R$ 1,5 bilhão e Enel diz que retomada é complexa
Ventos fortes derrubam rede elétrica e revelam esquema de cobrança ilegal.
Os moradores atendidos pela Enel SP (E1NI34) vão ter a conta de luz mais salgada já a partir da próxima sexta-feira (4). A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou um aumento de 13,26% para a fatura de eletricidade.
Ao todo, estima-se que mais de 8 milhões de casas e apartamentos serão impactados pelo reajuste. As empresas que usam a categoria chamada de Alta Tensão sofrerão um reajuste de 15,77%, segundo comunicado divulgado pela concessionária de energia elétrica.
A Enel destacou que o aumento na energia elétrica reflete a elevação dos custos que são alheios à companhia. Encargos setoriais e impostos sobre a aquisição de energia refletem a necessidade do reajuste pleiteado pela marca espanhol que atua no Brasil.
“É fundamental esclarecer que a Enel SP não define as tarifas cobradas. Elas são reguladas pela ANEEL, com base em critérios técnicos e legais. A maior parte da conta de luz é composta por custos que vão além da distribuição e incluem valores repassados aos setores de geração e transmissão, além dos tributos e encargos repassados aos governos federal e estadual. Do total arrecadado pela Enel SP, apenas 22,1% correspondem à parcela da própria distribuidora”, afirmou Hugo Lamin, Diretor de Regulação da Enel Brasil.
Em relatório publicado depois da decisão, a corretora Warren pontuou que a autorização deve impactar a inflação do mês de julho. Segundo os analistas, o impacto nos preços será de 4 pontos-base no resultado do IPCA, elevando a projeção para 0,3%.
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O reajuste da Enel chega no mesmo momento em que a Aneel confirmou a manutenção da bandeira vermelha para julho, no patamar 1. Neste caso, os consumidores pagam um valor adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora consumido.
A continuidade da bandeira se faz necessário dado o cenário de chuvas abaixo da média, o que dificulta a geração de energia via fontes hidrelétricas. Assim, as concessionárias precisam contratar energia de fontes alternativas, como a termelétrica.
A energia elétrica no Brasil é definida em quatro patamares diferentes: verde, amarelo, vermelho patamar 1 e vermelho patamar 2. O acionamento de cada categoria é feito com base em dados climáticos, que preveem as condições meteorológicas do próximo mês.
Quando a bandeira está na categoria verde, não há acréscimo na conta de luz. No entanto, os preços adicionais variam conforme as cores seguintes, sendo que a vermelha patamar 2 é a mais alta.
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