Ibovespa fecha acima dos 135 mil pontos pela 1ª vez na história
Ibovespa ainda tocou nos inéditos 136 mil pontos durante o pregão e o dólar caiu para R$ 5,41.

O Ibovespa bateu novos recordes nesta segunda-feira (19). O principal índice da B3 fechou acima dos 135 mil pontos pela primeira vez na história, depois de tocar nos inéditos 136 mil pontos.
📈 O Ibovespa bateu a máxima histórica de 136.179,21 pontos no início da tarde desta segunda-feira (19). Depois, cedeu um pouco. Mas, ainda assim, terminou o dia batendo mais um recorde.
O principal índice da B3 fechou com alta de 1,36%, aos 135.777 pontos. É o maior patamar de fechamento da história. O recorde anterior era de 134.194 pontos, de 27 de dezembro de 2023.
Com isso, o Ibovespa apagou todas as perdas sofridas no início do ano e passou a acumular um saldo positivo de 1,19% em 2024.
💵 Já o dólar caiu ao menor valor em quase dois meses. A moeda recuou 0,99% e terminou o dia negociada a R$ 5,41, o menor valor desde 10 de julho.
O movimento ocorre em meio ao aumento do apetite ao risco global, que tem trazido os investidores estrangeiros de volta ao Brasil.
Além disso, o mercado reage às últimas declarações do diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, que recentemente não descartou uma nova alta da Selic.
Nesta segunda-feira (19), Galípolo disse que o cenário atual é desconfortável, mas lembrou que o Copom (Comitê de Política Monetária) depende dos próximos dados para decidir o rumo dos juros. Todas as opções, contudo, estão na mesa do comitê.
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EUA
Nos Estados Unidos, o mercado aposta na queda dos juros em setembro, mas aguarda novos sinais sobre as diretrizes da política monetária nos próximos dias. A ata da última reunião do Fomc sai na quarta-feira (21) e o presidente do Fed, Jerome Powell, discursa na sexta-feira (23) no congresso de Jackson Hole.
Ainda assim, as bolsas começaram a semana em alta. Veja:
- Dow Jones: 0,57%;
- S&P 500: 0,97%;
- Nasdaq: 1,39%.
Altas
O cenário corporativo também ajudou o Ibovespa a bater novos recordes nesta segunda-feira (19). É que o dia foi de ganhos para bancos, frigoríficos, varejistas e também para a Vale (VALE3) na B3.
O Bradesco (BBDC4) avançou 4,48% depois que o Goldman Sachs elevou a recomendação do papel, de neutra para compra. O preço alvo também subiu, de R$ 14 para R$ 17,50.
Já a Marfrig (MRFG3) disparou 13,19% após o Bank of America reiterar a recomendação de compra e elevar o preço alvo do papel, de R$ 18,50 para R$ 21,50.
As varejistas subiram em bloco, com destaque para Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3), que avançaram 15,61% e 10,65%, respectivamente.
Já a Vale ganhou 1,60%, com a melhora dos preços do minério de ferro. Veja outras altas do dia:
- Petz (PETZ3): 23,87%;
- LWSA (LWSA3): 12,74%;
- Cogna (COGN3): 10,53%.
Baixas
Por outro lado, a Petrobras (PETR4) recuou 0,16%, com o petróleo caindo diante de dúvidas sobre a demanda chinesa e as negociações sobre um cessar-fogo em Gaza.
Já as ações da Americanas (AMER3) derreteram 28,57% e terminaram o dia negociadas por meros R$ 0,10, depois de o caixa da companhia cair 60% em julho.
Veja outras baixas do dia:
- Weg (WEGE3): -2,74%;
- Prio (PRIO3): -2,66%;
- Sabesp (SBSP3): -1,22%.

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