Ibovespa avança e petróleo sobe apesar de sinais de alívio no Estreito de Ormuz

O dólar recuava 0,67% no mesmo horário e era negociado a R$ 5,19.

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Publicado em 17/03/2026 às 11:37h - Atualizado Agora Publicado em 17/03/2026 às 11:37h Atualizado Agora por Elanny Vlaxio
O IFIX subia 0,88% (Imagem: Shutterstock)
O IFIX subia 0,88% (Imagem: Shutterstock)
 📈 O mercado acionário brasileiro operava em alta nesta terça-feira (17), com o Ibovespa ganhando tração ao longo da manhã. Às 11h59 (horário de Brasília), o principal índice da B3 avançava 1,21%, aos 182.051,58 mil pontos. No câmbio, o movimento era oposto já que o dólar caía 0,67%, sendo negociado a R$ 5,19.
Entre os demais ativos, o IFIX, referência dos fundos imobiliários, também apresentava desempenho positivo, com valorização de 0,88%, alcançando 3.881,61 pontos. No universo das criptomoedas, o Bitcoin (BTC) registrava leve alta de 0,09%, enquanto o Ethereum (ETH) subia com mais força, avançando 2,08%. Lá fora, o cenário é positivo, com:
Entre os destaques positivos do Ibovespa, NATU3 liderava as altas com avanço de 7,42%, cotada a R$ 9,27. Na ponta oposta, a Brava Energia (BRAV3) recuou 3,11%, fechando a R$ 18,05, enquanto HAPV3 caiu 1,91%, a R$ 8,71. Além disso, com certo "alívio" em Ormuz, a Petrobras (PETR4) subia 3,51%, a R$ 41,18, apesar do petróleo Brent, referência no mercado global, subir 1,38% a US$ 101,59.

O que mexe com o mercado

Mesmo com as tensões no Oriente Médio ainda no radar, o fluxo de petróleo dá sinais de normalização, fator que sustenta o otimismo da Casa Branca sobre um possível desfecho rápido do conflito e efeitos limitados sobre a economia global. Logo nas primeiras horas do dia, também repercutiram notícias sobre a morte do chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã após um bombardeio.
No Brasil, o cenário é influenciado pela expectativa em torno da próxima decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central. Parte do mercado ainda projeta um corte na taxa básica de juros já na reunião de amanhã. Antes praticamente consensual, a aposta em uma redução de 0,50 ponto percentual na Selic perdeu força diante das incertezas trazidas pelo conflito.

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