GPA (PCAR3) confirma negociações com credores para refinanciar dívidas

Segundo a empresa, o objetivo é avaliar diferentes alternativas que possam melhorar o perfil de seu endividamento.

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Publicado em 05/03/2026 às 10:19h - Atualizado 1 minuto atrás Publicado em 05/03/2026 às 10:19h Atualizado 1 minuto atrás por Elanny Vlaxio
O GPA afirmou que, neste momento, não há informações adicionais (Imagem: Shutterstock)
O GPA afirmou que, neste momento, não há informações adicionais (Imagem: Shutterstock)
💰 O GPA (PCAR3) informou ao mercado na quinta-feira (4) que está em negociações com credores para reestruturar parte de suas dívidas de curto prazo, após questionamentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre notícia divulgada pela imprensa. 
A manifestação foi enviada após a CVM solicitar esclarecimentos sobre reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, que mencionava a renegociação de cerca de R$ 900 milhões com debenturistas. 
Em comunicado ao mercado, a companhia confirmou que mantém conversas consideradas “construtivas” com determinados credores para a repactuação de obrigações financeiras e outras dívidas de curto prazo que não estão ligadas diretamente à operação do negócio. Segundo a empresa, o objetivo é avaliar diferentes alternativas que possam melhorar o perfil de seu endividamento.
No documento, o GPA afirmou que, neste momento, não há informações adicionais relevantes além das já divulgadas anteriormente ao mercado. A companhia reiterou apenas que as tratativas para refinanciamento de seu endividamento de curto prazo seguem em andamento. 
💸 Ainda de acordo com o comunicado, as negociações fazem parte de um processo de análise de alternativas para aprimorar a estrutura de capital da empresa e administrar compromissos financeiros que vencem no curto prazo. 
Lembrando que o GPA encerrou o 4T25 (quarto trimestre de 2025) com prejuízo líquido consolidado de R$ 569 milhões, redução de 48,4% frente à perda de R$ 1,103 bilhão registrada no mesmo período de 2024. Considerando apenas as operações continuadas atribuídas aos controladores, o prejuízo foi de R$ 523 milhões, melhora de 29,0% na comparação anual.
No trimestre, o prejuízo das operações continuadas totalizou R$ 523 milhões, ante R$ 737 milhões um ano antes. A melhora foi impactada principalmente pelo efeito positivo de R$ 179 milhões na linha de Imposto de Renda. Em outro caso, a receita bruta somou R$ 5,560 bilhões no 4T25, leve queda de 0,4% sobre o 4T24. 

PCAR3

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