Pix do BTG Pactual (BPAC11) volta a funcionar, após ataque hacker
Segundo o banco, não houve acesso a contas, nem exposição de dados de clientes.
🛒 O BTG Pactual (BPAC11) continua em marcha com seu plano de aquisições pelo mundo. Desta vez, a companhia fundada por André Esteve adquiriu o banco norte-americano M.Y. Safra Bank, que tem um patrimônio líquido de US$ 46,2 bilhões.
Esse foi classificado por muitos analistas como o mais importante passo do banco brasileiro para ampliar suas operações nos EUA. O valor envolvido não foi divulgado, mas o negócio ainda tem de ser aprovado pelos órgãos reguladores.
“A aquisição é mais um passo na expansão da nossa oferta de produtos e serviços aos nossos clientes latino-americanos”, afirmou Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.
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O banco adquirido funciona a partir de Nova Iorque, atendendo especialmente os clientes de alta renda. Além de fazer a gestão de investimentos, oferece linhas de crédito no mercado imobiliário.
O M&A dá ao brasileiro a capacidade de atuar em setores mais regulamentados nos EUA, focando na sua operação offshore. A empresa já tem autorização para atuar por lá como corretora de investimentos, mas quer ir além, conforme destacam sempre os diretores.
Esse é só mais uma empresa que o BTG colocou no carrinho nos últimos meses. No Brasil, no ano passado, a empresa comprou a corretora Órama por R$ 500 milhões.
Depois disso, já no exterior, adquiriu o FIS Privatbank, de Luxemburgo, que opera como ente bancário em toda a União Europeia.
Segundo o banco, não houve acesso a contas, nem exposição de dados de clientes.
Ataque criminoso teria desviado R$ 100 milhões, mas instituição financeira recupera maior parte.
Quem mais viu a sua fortuna crescer com a chegada de 2026 foi o banqueiro André Esteves.
Antes do BTG, três potenciais compradores abandonaram o Digimais, que acumula deterioração patrimonial e suspeitas de irregularidades.
Segundo o relato, Esteves teria pressionado Vorcaro a abandonar o negócio com o banco estatal do Distrito Federal, o BRB.
A operação ocorre após a venda de 25% do Banamex a Fernando Chico Pardo, maior acionista privado do banco.
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